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São Paulo adota medidas mais restritivas para conter avanço da COVID-19; confira

Fidel Forato
·3 minuto de leitura

Nesta quinta-feira (11), o governo de São Paulo apresentou novas restrições para impedir o avanço do novo coronavírus (SARS-CoV-2), intensificando da Fase Vermelha para a Fase Emergencial. No estado, mais de 50 municípios estão com 100% na taxa de ocupação nos hospitais. Diante desse cenário, cultos religiosos, campeonatos esportivos e escolas públicas devem ser fechadas, além de serviços de retirada presenciais.

A partir da próxima segunda-feira (15), o governo de SP suspende a autorização para eventos esportivos, como jogos de futebol, e atividades religiosas presenciais. Além disso, será instituído o toque de recolher das 20h às 5h, em todos os dias da semana, o que valerá também para o atendimento drive-thru. A previsão é que as restrições durem até o dia 30 de março, quando uma nova avaliação do estado frente à COVID-19 será realizada.

Novas restrições são adotadas em SP para controlar avanço da COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Governo de São Paulo)
Novas restrições são adotadas em SP para controlar avanço da COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Governo de São Paulo)

Outros serviços considerados essenciais, como lojas de materiais de construção, também foram excluídos da lista de prioridades e deverão permanecer fechados pelos próximos 15 dias. Para atividades administrativas não essenciais, foi determinado o teletrabalho obrigatório. Também está proibida a retirada presencial de mercadorias em lojas ou restaurantes. Agora, somente serviços de delivery poderão operar para entregas e o drive-thru será limitado.

De acordo com o estado, a nova Fase Emergencial autoriza apenas o funcionamento de setores da saúde, transporte, imprensa, estabelecimentos como padarias, mercados, farmácias e postos de combustíveis, sempre respeitando as restrições do toque de recolher para a circulação.

Lista de atividades essenciais é revista para barrar avanço da COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Governo de São Paulo)
Lista de atividades essenciais é revista para barrar avanço da COVID-19 (Imagem: Reprodução/ Governo de São Paulo)

Com as novas restrições, o governo de SP aumenta medidas restritivas em mais de 14 atividades econômicas e, dessa forma, a cidade de São Paulo reduzir o deslocamento diário de mais de quatro milhões de pessoas, como os funcionários de lojas de construção.

Escolas ficarão abertas ou fechadas?

Para as atividades presenciais da educação, o governo de SP recomendou que a prioridade seja para o ensino remoto, no entanto, a rede particular ainda poderá operar com até 35% da capacidade. No caso dos alunos da rede pública, foi anunciado que os recessos de abril e outubro serão antecipados para o período de 15 a 28 de março, ou seja, não haverá prejuízo do calendário escolar dos alunos. Além disso, os prédios das escolas permanecerão abertos para oferta de merenda e distribuição de material, que deverá ser feita através de um agendamento prévio.

Passado pouco mais de um mês da retomada das aulas presenciais, a Secretaria Estadual de Educação de SP notificou, na terça-feira (9), 4.084 casos confirmados da COVID-19 entre estudantes, professores e funcionários nas escolas públicas e privadas. Deste total de casos, 21 mortes foram confirmadas em decorrência da infecção, sendo duas de estudantes e as outras 19 mortes de professores ou funcionários.

Situação do coronavírus no estado de SP

Durante a coletiva de imprensa, o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, defendeu a necessidade das novas restrições e explicou que o estado enfrenta o pior momento da pandemia da COVID-19. "Hoje, 53 municípios estão com 100% na taxa de ocupação. Lembrando que na segunda-feira nós tínhamos 31 municípios nesta situação", destacou Gorinchteyn sobre a difícil situação.

Na quarta-feira (10), o estado já registrava 62.570 óbitos e 2.149.561 casos confirmados durante toda a pandemia. As taxas de ocupação dos leitos de UTI, em geral, eram de 83,6% na Grande São Paulo e 83% no Estado. O número de pacientes internados era de 20.876, sendo 11.692 em enfermaria e 9.184 em unidades de terapia intensiva.

A seguir, confira a coletiva de imprensa completa sobre as novas medidas de contingenciamento contra o avanço da COVID-19:

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Fonte: Canaltech

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