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Russomanno diz que vice deve assumir governo se Covas for reeleito

Cristiane Agostine
·2 minuto de leitura

Prefeito de São Paulo e candidato à reeleição luta contra um câncer há cerca de um ano Candidato à Prefeitura de São Paulo, o deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) afirmou nesta quarta-feira que, se o atual prefeito, Bruno Covas (PSDB), for reeleito, o candidato a vice, vereador Ricardo Nunes (MDB), é quem deverá governar. Ao falar com empresários do setor de eventos, ele lembrou que Covas assumiu o mandato depois que o atual governador de São Paulo, João Doria (PSDB), deixou o cargo em 2018. Na sequência, disse que o vice na chapa de Covas deverá comandar a cidade, mencionando acusações de que ele é alvo em relação à administração de creches municipais. O deputado Celso Russomanno fala em audiência da Câmara Cleia Viana/Câmara dos Deputados Russomanno diz que Bolsonaro estará em seu programa de TV "Agora, eles já prepararam o novo vice, que deve ser o que vai assumir, cheio de rolo na vida. Pior, ganhando dinheiro em cima de crianças, de creches", disse Russomanno, em café da manhã promovido pela União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios. Depois do evento, Russomanno foi questionado pela reportagem sobre o motivo de ter citado Nunes e se acredita que Covas, se reeleito, não terminará o mandato. O candidato indicou que a saúde do prefeito pode ser um problema, ao afirmar que o médico de Covas é quem deve responder. "Não vou fazer considerações, porque quem tem que fazer é o médico dele", disse. Perguntado se estava se referindo ao estado de saúde do prefeito, que está fazendo tratamento contra um câncer na cárdia há cerca de um ano, repetiu: "Não acho nada, tem que falar com o médico do prefeito. Conversa com o médico dele. Só o médico dele pode responder". Em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" publicada nesta quarta-feira, o médico de Covas, o oncologista Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, disse que ele “está clinicamente ótimo”, com a doença controlada, mas afirmou que o prefeito segue com o tratamento imunoterápico, sem previsão para o término. Além do tumor na cárdia, foram detectadas lesões no fígado e nos linfonodos ao lado do estômago. Covas fez oito sessões de quimioterapia entre outubro do ano passado e fevereiro e as lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram. Desde fevereiro, ele passou a fazer uso da imunoterapia. A campanha de Covas informou que o prefeito sempre foi transparente em relação à sua doença, diagnóstico e tratamentos realizados. Para aliados do tucano, o estado de saúde do prefeito não é agenda de campanha e Russamanno dá demonstrações de desespero.