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Russomanno afirma que queda nas pesquisas era previsível

Cristiane Agostine
·2 minuto de leitura

"Não vou mudar nada na campanha, a nossa está ótima", disse o candidato do Republicanos Em queda nas pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo, o deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) afirmou nesta quinta-feira que a perda de apoiadores era "previsível". "Não vou mudar nada na campanha, a nossa está ótima. Nós temos pouco tempo de televisão e isso [a queda nas pesquisas] já era previsível", disse nesta quinta-feira, depois de fazer uma caminhada pelo bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste da cidade. O candidato disse ainda que o crescimento de Guilherme Boulos (Psol) era esperado porque o adversário tem unido a esquerda em torno de sua candidatura. Russomanno tem 51 segundos na propaganda eleitoral, o triplo do tempo de Guilherme Boulos (17s), que cresceu nas pesquisas. O candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB), tem o maior tempo (3min29s). Russomanno Gustavo Schmitt/O Globo Ao ser confrontado com o tempo de Boulos, Russomanno disse que o crescimento do candidato do Psol "é normal porque ele tem o pessoal da esquerda que está se juntando em torno da candidatura dele. Para mim, é previsível", reiterou. Segundo pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta quinta-feira, Russomanno caiu de 27% para 22% em uma semana. Covas passou de 25% para 27%, e Boulos, de 12% para 16%. Em setembro, o candidato do Psol tinha 10% das intenções de voto, contra 21% de Covas e 24% de Russomanno. Levantamento do Datafolha divulgado há uma semana mostra cenário semelhante: Russomanno caiu de 27% para 20% em duas semanas, enquanto Covas foi de 21% para 23%, e Boulos, de 12% para 14%. Apesar de ter tirado o nome de Jair Bolsonaro de seu jingle, Russomanno negou que esteja tentando se descolando da imagem do presidente e voltou a afirmar que ele participará de sua campanha. "Não tirei, não tirei [o nome de Bolsonaro de seu jingle]!", irritou-se. "Isso é falácia, é afirmação falsa, enganosa. Tem vários jingles. Não é verdade." Na caminhada por cerca de uma hora em Cidade Tiradentes, o jingle tocado, que antes citava Bolsonaro, só falava no nome de Russomanno e na proposta de criar um auxílio paulistano, sem nenhuma menção ao presidente Bolsonaro. Questionado se ele não tem o apoio da direita e da centro-direita, já que se mostra como aliado de Bolsonaro, ele desconversou. "Estamos tranquilos. Temos votos na periferia e que não são nem de direita nem de esquerda, é de Celso Russomanno." O candidato desconversou também sobre a alta rejeição de Bolsonaro em São Paulo, cujo governo é avaliado por quase metade da população como ruim ou péssimo. "Acho que nós definimos desde o começo a nossa campanha e o presidente Bolsonaro pode ajudar muito a gente, a trazer recursos para a campanha", disse. "Estamos juntos, vamos continuar juntos."