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Fenomenal! Peru 2 x 4 Brasil

Mauro Beting
·3 minutos de leitura
Neymar supera Ronaldo em gols pelo Brasil - FOTO: Paolo Aguilar-Pool/Getty Images
Neymar supera Ronaldo em gols pelo Brasil - FOTO: Paolo Aguilar-Pool/Getty Images

Neymar não fazia gol pelo Brasil havia quatro jogos. Desde a Copa na Rússia, ele havia marcado apenas quatro gols em 12 jogos – três deles de pênalti. Até enfrentar a boa seleção peruana em Lima e marcar três gols: um de pênalti que ele sofreu e foi bem marcado; o segundo em um pênalti que ele cavou (em lance que eu não marcaria e talvez tivesse marcado a falta na origem da ótima jogada de Richarlison); e no final ainda faria mais um. Igualando o fenomenal Ronaldo no primeiro, e dando mais dois de lambuja sobre R9 que em 2009 ele enfrentou pela primeira vez na carreira que já se imaginava brilhante. Mas nem tanto como está sendo.

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Agora são 14 gols feitos ou doados em 13 jogos pós-Rússia. É muita coisa. E precisa ser muito mais em um time que ainda tem um Coutinho que oscila muito, Firmino (mais enfiado) não sendo o que é (e que também não vem sendo no início da temporada pelo Liverpool), e que está se adaptando à nova ideia de jogo de Tite.

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No treino-jogo na Neo Química Arena contra a Bolívia C, e na partida muito mais difícil no Peru, Tite repetiu o 3-2-5 com a bola aos pés: o que Guardiola já fez bastante, o que Sampaoli bem faz no Brasil; Danilo apoiando a saída com os dois zagueiros; Douglas Luiz cobrindo a banda esquerda ao lado de Casemiro; o ótimo Richarlison aberto pela direita, alargando o campo com a amplitude do outro lado garantida pelo lateral-ponta Renan Lodi; Neymar o mais solto possível, armando, arrumando e chegando por ele, e pelos discretos Coutinho e Firmino.

O Brasil começou bem atacando como se estivesse na Granja Comary contra o 4-1-4-1 adiantado de Gareca. As linhas mais altas rivais que deram no gol que abriu o placar no Nacional, aos 5min, numa bola longa que sobrou para o ótimo Carrillo arriscar de fora da área e marcar o primeiro gol de longe sofrido pelo Brasil pós-Copa. Lance irregular pela posição de impedimento de Farfán que impediu a visão de Weverton.

Seis minutos depois Tite teve que substituir Marquinhos por Rodrigo Caio. O jogo ficou mais igual a ponto de o Brasil empatar no pênalti bem batido por Neymar, aos 27 de uma primeira etapa equilibrada.

Na segunda etapa, Tite cantou a bola do segundo gol de uma partida que seguia igual. Lateral para o Peru pela esquerda e o treinador chamou a atenção da segunda bola. Foi assim que o Peru abriu o placar nos 2 a 2 contra o Paraguai, gol de Carrillo, depois de lateral longo. Desta vez a bola sobrou na entrada da área para o volante Tapia chutar a pelota que desviou em Rodrigo Caio e matou Weverton, aos 13. Aos 19, escanteio pela esquerda fez a bola sobrar na cabeça de Firmino, que ia empatando o jogo até Richarlison chegar atropelando e empatar de novo o jogo.

Mais 5 minutos e Tite foi ousado – e mandou bem: se talvez não fosse o caso de trocar Renan Lodi pelo ótimo Alex Telles pela ponta-esquerda, era mesmo a melhor opção sacar o discreto Coutinho pelo criativo Everton Ribeiro por dentro, e abrir Everton pela direita, com Richarlison centralizado no lugar do ainda amuado Firmino – e que por favor não responsabilizem o treinador pelo momento que não é o melhor do excelente atacante do Liverpool.

Aos 34, RIcharlison dividiu uma bola que poderia ser interpretada como falta, ainda mais para um árbitro chileno que logo depois marcaria pênalti em lance normal. Mais um pênalti bem batido por Neymar, aos 37. Onze minutos antes de ele ampliar o placar em jogo histórico para ele.

Quando ele igualou e superou um Fenômeno. E por isso mesmo ele é outro. E contando.

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