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Rolls-Royce vislumbra o futuro como novo motor Ultrafan

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LONDREs (Reuters) - A Rolls-Royce anunciou nesta segunda-feira que começou a montar o novo motor UltraFan e que tem como meta apresentar o primeiro modelo de demonstração até o fim de 2021, no que espera ser capaz de impulsionar a redução de emissões poluentes.

A companhia britânica foi fortemente atingida pela pandemia, após companhias aéreas deixarem de voar, causando à fabricante de motores de aviões prejuízo de 5,6 bilhões de dólares em 2020.

A Rolls-Royce avalia que o novo motor será demandado pelas fabricantes de aviões, mesmo que o desenvolvimento de novos aviões por Airbus e Boeing tenha sido adiado após a crise disparada pela pandemia.

A empresa espera que o UltraFan, que classifica como o maior motor aeronáutico do mundo, poderá entregar uma redução de 25% no consumo de combustível em relação à primeira geração do motor Trent da companhia.

O motor pode ser a base para uma nova família que poderá equipar aeronaves de corredor único e de corredor duplo e a Rolls-Royce espera que o primeiro teste seja conduzido com combustível de aviação 100% sustentável, informou a companhia.

Os motores atuais da empresa equipam aviões de corredor duplo e não de corredor simples, os mais vendidos e que não devem se recuperar rapidamente dos efeitos da pandemia.

Alguns analistas especulam que o UltraFan, um motor que combina turbina e engrenagens, poderá ser superado por outras tecnologias de baixa emissão de carbono.

Mas a Rolls-Royce tem afirmado que as turbinas movidas a combustíveis fósseis seguirão sendo a pedra fundamental da aviação de longo percursos por muitos anos e que a eficiência do UltraFan vai ajudar na transição para combustíveis mais sustentáveis, que podem ser mais caros no curto prazo que o combustível tradicional de aviação.