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Rochas ricas em opala preciosa são encontradas em Marte

Um conjunto de pedras preciosas de Opala pode ter sido encontrado em Marte, no leito de um antigo lago seco. A descoberta foi feita com novos dados do Curiosity e comparada com pesquisas anteriores, dando pistas de que a água durou muito mais tempo por lá do que se imaginava.

Cientistas já haviam encontrado uma pista sobre a presença de opala na superfície marciana. Eles encontraram algumas fraturas no solo, onde há alguns “halos” de rocha mais clara, provavelmente ricas em opala.

Isso é significativo para a busca por bioassinaturas de vida antiga em Marte — para formar as opalas, a água precisa interagir com rochas ricas em sílica. Se isso ocorreu em Marte, é perfeitamente plausível que formas de vida microbiana já existiram no Planeta Vermelho.

Além disso, segundo o estudo publicado recentemente no Journal of Geophysical Research: Planets, os sinais de opala sugerem que a interação com a água ocorreram bem mais recentemente do que se estimava antes.

Fraturas cortam o leito rochoso de um antigo lago e estendem-se para a subsuperfície. As rochas ricas em opala foram encontradas em formações fissuradas como esta (Imagem: Reprodução/Malin Space Science Systems/NASA/JPL-Caltech)
Fraturas cortam o leito rochoso de um antigo lago e estendem-se para a subsuperfície. As rochas ricas em opala foram encontradas em formações fissuradas como esta (Imagem: Reprodução/Malin Space Science Systems/NASA/JPL-Caltech)

Quando procuraram por dados semelhantes entre os arquivos de observações anteriores do Curiosity, os autores da pesquisa descobriram que as opalas também parecem presentes em toda a Cratera Gale, um leito de lago extinto com 154 km de largura.

Para fazer essa descoberta, os pesquisadores procuraram por nêutrons arrancados da superfície marciana por raios cósmicos. Ao interagir com o hidrogênio, abundantes da água, esses nêutrons diminuem de velocidade — e foi exatamente isso que os astrônomos encontraram. O percentual de água em opalas pode chegar a 20%.

Estimativas dessas análises em amostras de terreno marciano sugerem que a água ainda existia na Cratera Gale muito tempo depois que o lago evaporou. Por consequência, a vida que teria existido nesse lago poderia ter durado um pouco mais, talvez até 2,9 bilhões de anos atrás.

Fonte: Canaltech

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