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Robôs Astrobee completam três anos a bordo da ISS

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Há três anos, a NASA enviava para a Estação Espacial Internacional (ISS) os robôs Astrobee para iniciar estudos de robótica e de sistemas autônomos no espaço, que serão fundamentais em futuras missões como o programa Artemis. Agora, a agência espacial comemora o sucesso dessa tecnologia, que têm auxiliado os astronautas em experimentos a bordo da ISS.

Honey, Bumble e Queen são pequenos robôs que desempenham uma série de funções semelhante às abelhas — por isso o nome Astrobee, que significa algo como “abelhas astronautas”. Desde que o programa foi lançado em 2019, eles já operaram por mais de 750 horas na ISS, completando mais de 100 atividades.

(Imagem: Reprodução/NASA)
(Imagem: Reprodução/NASA)

Eles conseguiram realizar tarefas até então vistas apenas em filmes de ficção científica, como detectar uma anomalia na ISS durante uma simulação e se conectar de maneira independente a subsistemas da estação.

As pequenas abelhas robóticas são uma tecnologia de última geração baseada em três robôs esféricos produzidos pelo projeto Synchronized Position Hold, Engage, Reorient, Experimental Satellite (SPHERES). Nesses três anos a bordo da ISS, os robôs ganharam novas ferramentas e recursos.

Aperfeiçoando os Astrobees

Os robôs se deslocam na microgravidade da ISS com o auxílio de ventiladores elétricos e usam câmeras e sensores para observar o ambiente, além de braços robóticos para pegar objetos ou se fixar a algum lugar. A equipe à frente do programa também testou algumas melhorias.

A astronauta da NASA Shane Kimbrough posa com os três Astrobees (Imagem: Reprodução/NASA/Shane Kimbrough)
A astronauta da NASA Shane Kimbrough posa com os três Astrobees (Imagem: Reprodução/NASA/Shane Kimbrough)

Os pesquisadores aplicaram uma tecnologia adesiva neles, inspirada nos pés da lagartixa. Com ela, os robôs conseguem se fixar em determinada superfície sem a necessidade de força adicional e depois se soltar dela quando necessário.

Os Astrobees são pensados para tarefas simples de manutenção enquanto os astronautas se ocupam com trabalhos e pesquisas mais complexas. No entanto, os robôs vão muito além de apenas auxiliares da tripulação da ISS: eles inspiram estudantes aqui na Terra.

Aqui o robô Honey passa por experimento para testar sua capacidade de "ouvir" os componentes da estação e, assim, detectar possíveis anomalias no sistema (Imagem: Reprodução/NASA)
Aqui o robô Honey passa por experimento para testar sua capacidade de "ouvir" os componentes da estação e, assim, detectar possíveis anomalias no sistema (Imagem: Reprodução/NASA)

Graças ao Kibo Robot Programming Challenge, realizado anualmente entre a NASA e a agência espacial japonesa (JAXA), alunos do mundo comandar os robôs a bordo da ISS. As equipes vencedoras têm a chance de observar os Astrobees executando os comandos criados por elas.

Para a Lua e além

Todo este trabalho é apenas o início de uma estrutura robótica muito mais desenvolvida. Por exemplo, os futuros postos avançados no espaço — como a estação lunar Gateway — nem sempre serão ocupados por astronautas e, portanto, precisarão de um sistema autônomo para realizar funções rotineiras.

A estação Gateway ficará na órbita lunar para apoiar missões à Lua e Marte (Imagem: Reprodução/NASA)
A estação Gateway ficará na órbita lunar para apoiar missões à Lua e Marte (Imagem: Reprodução/NASA)

Agora o Sistema Integrado para Cuidados Autônomos e Adaptativos (ISAAC) pretende iniciar alguns testes para ver como os robôs podem cumprir trabalhos de reparação, manutenção e até mesmo alguns experimentos científicos de maneira independente.

Para isso, os robôs precisam de um mapa detalhada do ambiente no qual estão inseridos. Em recentes demonstrações, o ISAAC usou os robôs Honey e Bumble para criar um modelo 3D do interior da ISS. O Bumble foi colocado em outro módulo e mapeou todo a área por conta própria.

Mapear e explorar de maneira autônoma são capacidades indispensáveis para o futuro da robótica avançada no espaço. “Estamos começando a ver como será”, disse Maria Bualat, vice-gerente de projeto do ISAAC.

Fonte: Canaltech

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