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Robô do tamanho de uma barata se move com a agilidade de um felino

·3 minuto de leitura

Engenheiros da Universidade Berkeley, nos EUA, criaram um robô do tamanho de um inseto que pode se movimentar com a agilidade de um guepardo. O bot minúsculo possui um sistema baseado nas almofadas plantares presentes nas patas desses felinos, permitindo que eles atravessem terrenos complexos e evitem obstáculos inesperados.

O princípio chamado de aderência eletrostática dá ao minirrobô a capacidade única de desviar e girar em alta velocidade, sem perder a estabilidade motora ou esbarrar em objetos que estejam ao longo do caminho. Pequenos e robustos, eles podem se mover por labirintos sem se preocupar com as curvas fechadas.

Versão 2.0

Construído com camadas finas de um material que se dobra e se contrai com a aplicação de uma voltagem elétrica, o robô foi apresentado pela primeira vez em 2019. Com design simples e do tamanho de uma barata, ele já era capaz de correr por uma superfície plana a 2,4 km/h, quase a mesma velocidade do inseto de verdade.

Nesta nova versão com as almofadas eletrostáticas instaladas nos pés do minirrobô, os pesquisadores conseguiram ampliar o controle sobre o dispositivo. O aumento da tensão aplicada faz com que o bot grude à superfície, forçando o resto do seu corpo a girar em torno da pata e permitindo que ele faça curvas com uma aceleração centrípeta maior do que a maioria dos insetos reais.

"Nosso robô original se movia muito rápido, mas não podíamos controlar se ele ia para esquerda ou direita. Muitas vezes ele corria aleatoriamente, porque se houvesse uma ligeira diferença no processo de fabricação, ele desviaria para um lado. Agora, a grande inovação foi adicionar as almofadas aos pés que permitem fazer curvas muito rápidas e com total estabilidade", comemora o professor de engenharia mecânica Liwei Lin.

Aplicações

Durante os testes, os robôs conseguiram carregar pequenos sensores de gás e desviar de obstáculos enquanto navegavam por um labirinto feito de Lego. Eles também se mostraram super-resistentes e capazes de suportar pisões de uma pessoa com 55 kg sem danificar toda a estrutura.

Com essas características, esses bots seriam ideais para realizar operações de busca e resgate ou para atuar em situações mais perigosas, como verificar possíveis vazamentos de gás. Nesses casos, a autonomia não seria um problema, já que além do robô alimentado por um fio elétrico, os pesquisadores também criaram uma versão movida à bateria que pode ficar longe da tomada por até 19 minutos.

"Um dos maiores desafios hoje é fazer robôs em menor escala que mantenham a potência e o controle de robôs maiores. Com robôs de grande escala, você pode incluir uma grande bateria e um sistema de controle, sem problemas. Mas quando você tenta encolher tudo para uma escala cada vez menor, o peso desses elementos faz com que o bot se mova muito devagar. Nosso robô é muito rápido, bastante forte e requer muito pouca energia, o que permite que ele carregue sensores e componentes eletrônicos ao mesmo tempo que carrega uma bateria", completa o professor Lin.

Fonte: Canaltech

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