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Robô "cirurgião" pode ser testado na Estação Espacial Internacional

Shane Farritor, professor de engenharia na Universidade do Nebraska-Lincoln, desenvolveu um robô miniaturizado para cirurgias, que poderá ser levado à Estação Espacial Internacional (ISS) em uma missão de testes em 2024. A universidade recebeu US$ 100 mil da NASA para que os pesquisadores preparem o robô para a missão.

Cofundador da startup Virtual Incision, Farritor e seus colegas vêm trabalhando há quase 20 anos no robô MIRA, sigla em inglês para “assistente robótico miniaturizado ao vivo”. Ele tem duas vantagens principais: a primeira delas é que o robô pode ser inserido por pequenas incisões, o que permite a realização de cirurgias abdominais com invasão mínima.

Shane Farritor desenvolveu o robô MIRA para cirurgias remotas (Imagem: Reprodução/University of Nebraska-Lincoln)
Shane Farritor desenvolveu o robô MIRA para cirurgias remotas (Imagem: Reprodução/University of Nebraska-Lincoln)

A outra é que essa tecnologia pode permitir que os cirurgiões trabalhem remotamente — e, quem sabe, consigam reparar o apêndice de algum astronauta em uma missão, ou removam estilhaços de soldados feridos em combate em lugares distantes. Quando for levado à estação, o MIRA funcionará autonomamente, sem o direcionamento das mãos de um astronauta ou médico.

Durante os testes na ISS, ele deverá ficar dentro de um contêiner do tamanho de um microondas, dentro do qual irá realizar procedimentos imitando uma cirurgia. “Essas simulações são muito importantes por causa dos dados que vamos coletar”, disse Rachael Wagner, estudante de engenharia que vai trabalhar com Farritor.

Para os próximos passos, a dupla vai dedicar o próximo ano ao desenvolvimento de software do robô e à configuração dele para caber no contêiner de experimentos na estação. Ainda, eles vão testá-lo à exaustão, para garantir que o robô será robusto o suficiente para sobreviver ao lançamento e funcionará como o esperado.

Fonte: Canaltech

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