Mercado abrirá em 1 h 41 min
  • BOVESPA

    122.964,01
    +1.054,98 (+0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.655,29
    -211,86 (-0,42%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,02
    +0,74 (+1,13%)
     
  • OURO

    1.833,90
    -2,20 (-0,12%)
     
  • BTC-USD

    56.282,61
    +480,19 (+0,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.525,01
    +1.282,33 (+528,41%)
     
  • S&P500

    4.152,10
    -36,33 (-0,87%)
     
  • DOW JONES

    34.269,16
    -473,66 (-1,36%)
     
  • FTSE

    6.971,95
    +23,96 (+0,34%)
     
  • HANG SENG

    28.231,04
    +217,23 (+0,78%)
     
  • NIKKEI

    28.147,51
    -461,08 (-1,61%)
     
  • NASDAQ

    13.269,50
    -76,50 (-0,57%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3328
    -0,0126 (-0,20%)
     

RJ tem 5º secretário de Saúde na pandemia após troca de Cláudio Castro

·2 minuto de leitura

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Rio de Janeiro terá seu quinto secretário de Saúde durante a pandemia da Covid-19. O governador Cláudio Castro (PSC) decidiu substituir nesta terça (4) o pneumologista Carlos Alberto Chaves pelo obstetra e ginecologista Alexandre Chieppe.

Agora, Chieppe passa a coordenar a logística de distribuição de vacinas e outras ações de combate ao coronavírus do estado, que tem mais de 80% dos leitos ocupados e 17% da população imunizada com a primeira dose. A nomeação será publicada no Diário Oficial desta quinta (5).

"Este é um momento crucial para o estado do Rio. Temos diversos desafios, entre eles a pandemia e a situação econômica do Rio, agravada pela Covid-19", disse Castro em nota que anunciou a troca. "Quero deixar meu agradecimento também ao Chaves pelo resultado até aqui."

Chieppe se formou em medicina na UFRJ (Universidade Federal do RJ) e desde 2000 é servidor da Secretaria de Estado de Saúde, da qual é porta-voz há quase uma década. Exerceu ainda o cargo de subsecretário de Vigilância em Saúde e foi coordenador durante a pandemia da dengue em 2008.

Antes dele, ocuparam a pasta durante a crise da Covid Edmar Santos, exonerado em 17 de maio de 2020 e preso por cerca de um mês no ano passado; Fernando Ferry, que deixou o cargo em 22 de junho; Alex Bousquet, que pediu demissão em 17 de setembro; e por fim Chaves.

A Secretaria de Saúde do Rio é o foco das investigações que levaram ao impeachment do ex-governador Wilson Witzel (PSC) na semana passada, baseadas em parte na delação do ex-secretário Edmar Santos.

Witzel foi acusado de crime de responsabilidade e de irregularidades na contratação dos hospitais de campanha para o combate à pandemia do coronavírus. Também foi responsabilizado por supostamente ter favorecido um empresário ao anular a punição a uma organização social do setor.

Castro é investigado no mesmo suposto esquema de propina e também foi citado no depoimento de Santos, que afirmou que ele participou da organização de um esquema criminoso para direcionar recursos da saúde a determinados municípios para garantir apoio de deputados estaduais ao governo.

O governador ainda anunciou nesta terça uma troca na secretaria da Fazenda. No lugar de Guilherme Mercês, entra Nelson Rocha, que é pós-graduado em ciências contábeis pela FGV e começou sua carreira na iniciativa privada, atuando em empresas como Ampla e Light. Na área pública, foi assessor chefe do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e secretário de Fazenda em 1995.