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Será que é a hora?

Final da Copa de Gaza Foto de SAID KHATIB/AFP via Getty Images

Quando a bola vai rolar?

Vai ter gente na arquibancada?

Quanta gente?

Qual a distância entre eles?

Quem matou Odete Roitman (alguém ainda sabe quem é e quando e onde foi isso?)

Para que tudo isso?

Pra quem tudo isso?

São muitas perguntas que não têm respostas.

São muitas perguntas que nem precisavam ser feitas.

Mas chega de escrever uma frase como se fosse um parágrago. Mesmo que algumas perguntas não merecessem nem mesmo uma linha. Tipo os nossos últimos ex-ministros e/ou nem-ministros da Educação.

Não sou contra ninguém ganhar dinheiro. Posso ser de esquerda, mas não sou comunista - algo que o mundo binário (com respeito aos binários) também não entende. Parece cartola que quer voltar a campo de qualquer jeito. E agora quem voltar com gente sem o menor jeito.

Não sou cientista para saber o que deve ser feito. Mas respeito quem sabe, não minimizo, não mimimizo, não tiro a bola de quem sabe.

Claro que todos precisam pagar as contas penduradas. Claro que eles estão cada vez mais impagáveis como as contas da Arena Corinthians, o preço que o Palmeiras pagou pelo Borja, o que o Santos torrou com o Leandro Damião, o que o Cruzeiro fez com reais, cruzeiros, cruzados e contos de réis nos últimos anos de adminstrações danosas.

Mas a barra forçada pelo mundo do futebol e pelo imundo da política vai além do bom senso e da humanidade.

Acho que tem mesmo como discutir o retorno do torcedor ao estádio.

Mas já? Daqui dez dias?

Pode até parecer uma boa ideia.

Como acelerar o Titanic entre icebergs.