Mercado fechará em 1 h 51 min
  • BOVESPA

    95.577,56
    +208,80 (+0,22%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    36.931,91
    -461,80 (-1,23%)
     
  • PETROLEO CRU

    35,77
    -1,62 (-4,33%)
     
  • OURO

    1.868,70
    -10,50 (-0,56%)
     
  • BTC-USD

    13.520,98
    +365,61 (+2,78%)
     
  • CMC Crypto 200

    266,04
    +23,37 (+9,63%)
     
  • S&P500

    3.295,34
    +24,31 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    26.539,63
    +19,68 (+0,07%)
     
  • FTSE

    5.581,75
    -1,05 (-0,02%)
     
  • HANG SENG

    24.586,60
    -122,20 (-0,49%)
     
  • NIKKEI

    23.331,94
    -86,57 (-0,37%)
     
  • NASDAQ

    11.316,75
    +184,00 (+1,65%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7274
    -0,0070 (-0,10%)
     

Rivais, PT e PSL se unem em eleições municipais

Colaboradores Yahoo Notícias
·1 minuto de leitura
PT e PSL apoiam Marcos Santana, candidato a prefeito pelo MDB em São Cristóvão (SE)
PT e PSL apoiam Marcos Santana, candidato a prefeito pelo MDB em São Cristóvão (SE)

No âmbito federal, PT e PSL seguem direções opostas, porém em cidades localizadas no interior e até em regiões metropolitanas os dois partidos estão unidos em candidaturas a prefeito. Nas eleições deste ano, pelo menos seis municípios têm postulantes ao cargo apoiados pelas duas siglas.

Segundo levantamento do portal G1 baseado nas atas das convenções dos partidos disponibilizadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), PT e PSL estão do mesmo lado em Belford Roxo (RJ), Francisco Morato (SP), Ilha Solteira (SP), Palmeira dos Índios (AL), São Cristóvão (SE) e Trindade (PE).

Em cinco dos seis municípios, os candidatos a prefeito não são do PT nem do PSL. Apenas em Trindade, em Pernambuco, a postulante ao cargo máximo da administração municipal é filiada ao partido de direita: Helbinha Rodrigues.

Embora a união pareça impossível em Brasília (o PT foi deposto da Presidência da República em 2016 e o PSL elegeu Jair Bolsonaro em 2018), a associação de dois rivais não fere normas dos partidos.

Em maio, o PT estabeleceu que, em cidades com menos de 20 mil eleitores, o diretório municipal tem autonomia para escolher as coligações das quais participa. De 20 mil a 100 mil eleitores, a decisão precisa passar pela representação estadual. Acima de 100 mil eleitores, a decisão cabe ao diretório nacional. O PSL informa não haver “restrição explícita nem estímulo” a alianças com o PT. “É preferível”, segundo o partido, buscar “outras alternativas políticas”.