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Ritmo de aperto divide banco central colombiano, diz diretor

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Todos os formuladores de política monetária colombianos concordam com a necessidade de aumentar as taxas de juros, mas estão divididos sobre a velocidade adequada, de acordo com um dirigente do banco central do país.

“Não há discussão de que o estímulo monetário deva ser retirado gradualmente”, disse Roberto Steiner, um dos diretores do banco, em entrevista em Cartagena. “Estamos todos comprometidos em atingir a meta de inflação dentro de um horizonte razoável.”

Membros do conselho focados no aquecimento da economia doméstica tendem a favorecer uma política monetária mais restritiva do que aquelas que enfatizam choques externos, disse Steiner. O conselho tem sete membros.

Após rápido crescimento, a economia provavelmente atingiu sua capacidade máxima, disse ele. O fechamento do chamado hiato do produto ocorreu mais rapidamente do que o esperado, acrescentou.

O Fundo Monetário Internacional aumentou este mês sua previsão de crescimento econômico colombiano para 5,8%, o que seria a maior taxa entre as principais economias da região.

O banco central provavelmente atualizará suas previsões de crescimento no próximo mês, disse Steiner. Em sua previsão mais recente, no mês passado, o banco estimou que o PIB crescerá 4,7% este ano.

A inflação subiu para uma máxima de seis anos de 8,5% no mês passado, puxada pela disparada dos preços dos alimentos. Não está claro quando a inflação retornará à sua meta, mas a convergência provavelmente levará “mais tempo do que o desejável”, segundo Steiner.

As expectativas de inflação provavelmente cairiam mais rapidamente com maiores aumentos nas taxas de juros, mas os formuladores de políticas também precisam considerar o impacto sobre a atividade econômica, disse ele.

O banco não segue bancos centrais estrangeiros e não necessariamente aumentará as taxas de juros em linha com o Federal Reserve, disse.

O BC colombiano elevou sua taxa básica em 3,25 pontos percentuais desde setembro, para 5%.

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©2022 Bloomberg L.P.

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