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Risco de paralisação da máquina pública é "próximo de zero", diz Funchal

·2 minuto de leitura
Vista da Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF)

BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro, Bruno Funchal, afirmou nesta quinta-feira que o risco de "shutdown" da máquina pública é "próximo de zero", apesar de reconhecer que o valor destinado às despesas discricionárias previstas no Orçamento deste ano está baixo.

"Colocaria risco baixo, próximo de zero. Difícil dar um valor, é muito subjetivo. Mas, em termos concretos, valor das discricionárias está muito baixo. Talvez o ano mais difícil nessa execução", explicou em coletiva de imprensa virtual para comentar os dados do governo central para o mês de março.

De acordo com Funchal, o volume das despesas discricionárias, de 74,6 bilhões de reais, demanda que o governo seja "o mais eficiente possível" para reduzir o risco de uma paralisação da máquina pública. Ele lembrou que, em 2020, foram gastos 69 bilhões de reais para o custeio da máquina.

"Quanto menor o nível das discricionárias, maior é esse risco (shutdown). Este ano, estamos no menor nível, mas gastamos menos no ano passado. Então, assim, é um risco controlado depois do ajuste do Orçamento", disse, acrescentando ser "factível" chegar ao fim do ano sem "shutdown".

Ao ser questionado sobre decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu liminar na quarta-feira determinando que o governo Jair Bolsonaro adote providências para a realização do censo demográfico de 2021, Funchal disse acreditar que isso demandaria um remanejamento das despesas discricionárias.

"Não é uma imprevisibilidade, então não acredito que se enquadre em crédito extraordinário. O que vamos precisar fazer é olhar dentro desses 74 bilhões (de reais) de despesa discricionária e ver de onde vai cortar", explicou.

Após o Congresso aprovar o Orçamento, no final de março, reduzindo de 2 bilhões de reais para 72 milhões de reais a previsão de despesas com o censo, o Ministério da Economia disse que a pesquisa não seria realizada este ano.

(Por Gabriel Ponte)