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Risco de COVID-19 grave em crianças é muito baixo, aponta estudo

·1 minuto de leitura

A relação entre crianças e COVID-19 ainda é verdadeiramente misteriosa para os especialistas. No entanto, um novo estudo (ainda não revisado por pares) da University College London e das Universidades de York, Bristol e Liverpool apontam que o risco do público infantil contrair a forma grave da doença em questão é muito baixo.

Os pesquisadores verificaram dados de saúde pública da Inglaterra e descobriram que a maioria das crianças e dos adolescentes que morreram de COVID-19 já tinha problemas de saúde antes. É o caso de pelo menos 15 crianças analisadas pelos cientistas. Dessas, 13 ainda tinham neurodeficiências complexas.

A análise ainda menciona o caso de outras 36 crianças, que testaram positivo para COVID-19 no momento da morte, mas morreram de outras causas. Os pesquisadores estimam que 25 mortes em uma população de cerca de 12 milhões de crianças na Inglaterra indicam uma taxa de mortalidade geral de 2 casos por milhão de crianças.

(Imagem: Manuel Darío Fuentes Hernández/Pixabay)
(Imagem: Manuel Darío Fuentes Hernández/Pixabay)

Em outro estudo, os cientistas consideraram todas as crianças e jovens na Inglaterra que tiveram uma admissão hospitalar de emergência para COVID-19 até fevereiro de 2021, e cerca de 5,8 mil crianças foram admitidas com o vírus, em comparação com cerca de 367,6 mil admitidas devido a outras emergências (excluindo lesões). Cerca de 250 precisaram de tratamento intensivo.

Enquanto isso, 690 crianças foram internadas por uma condição inflamatória rara ligada à COVID-19: a síndrome multissistêmica inflamatória pediátrica. Segundo os estudos, os riscos são pequenos, mas crianças com comorbidades, obesas ou com doenças cardíacas e neurológicas estavam em maior risco.

Você pode ver o trabalho completo, em formato preprint, aqui.

Fonte: Canaltech

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