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Riot pagará US$ 100 milhões em processo por discriminação de gênero

·1 min de leitura

Desde 2018, a Riot Games, desenvolvedora de League of Legends e VALORANT, enfrenta um processo de discriminação de gênero movido por duas ex-funcionárias. Nesta terça-feira (28), a empresa chegou a um acordo e pagará um total de US$ 100 milhões às vítimas.

Na época, Melanie McCracken e Jessica Negron (que já havia saído da companhia) abriram uma ação coletiva contra a Riot, pela cultura de preconceito, assédio sexual, desigualdade de salário e outros problemas envolvendo sexismo. O Kotaku apurou o caso e entrevistou 28 funcionários e ex-funcionários, que relataram e confirmaram que os casos aconteceram desde 2014.

Em 2020, a desenvolvedora queria pagar US$ 10 milhões, mas com o passar do processo e agora em 2021, o valor foi fechado em US$ 100 milhões. Deste total, 80% será pago às mulheres lesadas pela cultura da Riot e o restante pagará os honorários dos advogados e outras despesas judiciais.

Funcionários, ex-funcionários e outras pessoas fizeram diversos protestos ao longo do processo (Imagem: Reprodução/The Hollywood Reporter)
Funcionários, ex-funcionários e outras pessoas fizeram diversos protestos ao longo do processo (Imagem: Reprodução/The Hollywood Reporter)

Em um comunicado oficial, a advogada de acusação Genie Harrison disse que é “um grande dia para as mulheres da Riot Games - e para as mulheres de todas as empresas de videogame e tecnologia - que merecem um local de trabalho livre de assédio e discriminação”. Ela ainda agradece também a companhia, que se empenhou em ajudar e resolver os casos denunciados desde 2018.

Como acusada, a Riot também se manifestou: “Esperamos que este acordo reconheça devidamente aquelas que tiveram experiências negativas na Riot e demonstre nosso desejo de liderar pelo exemplo, trazendo mais responsabilidade e igualdade para a indústria de jogos”, diz o posicionamento enviado ao Kotaku.

Fonte: Canaltech

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