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Riot Games conclui investigação interna e absolve CEO de acusações de abuso

Felipe Ribeiro
·2 minuto de leitura

O CEO da Riot Games, Nicolo Laurent, foi absolvido pela empresa em investigação minuciosa sobre abuso e discriminação. O executivo havia sido acusado por sua então assistente executiva, Sharon O'Donnel, de práticas abusivas no ambiente de trabalho, como um suposto convite de Laurent para que ela trabalhasse em sua casa durante o período de home office.

Um comitê especial criado pelo conselho de administração disse que “concluiu que não havia evidências de que Laurent assediou, discriminou ou retaliou” Sharon O'Donnell. Esse grupo formado por pessoas que não são cofundadoras da empresa, contratou um escritório de advocacia externo para investigar o assunto. Essa empresa e o comitê relataram os resultados em comunicado oficial que foi postado no site da empresa.

Esse processo movido pela ex-funcionária coincidiu com as notícias informando algumas das práticas abusivas cometidas dentro da Riot, sobretudo contra mulheres. Apesar disso, ao menos no caso contra Laurent, nada foi detectado pela investigação. "Em casos que envolvem executivos de alto escalão, reconhecemos que a dinâmica de poder muitas vezes pode dar origem a comportamentos e preconceitos que infectam as experiências de outras pessoas dentro da organização de maneiras tóxicas. Além disso, em muitos desses casos, pode ser difícil chegar a uma conclusão sobre esses tipos de alegações", disse a companhia, em comunicado.

Na mesma época dessas matérias e da acusação contra Laurent, uma das parcerias da Riot, a Alienware, chegou a cancelar o contrato de parceria, alegando preocupações com a imagem da empresa e possíveis consequências dessas acusações. Ao menos no atual CEO, a preocupação acabou desmentida após a investigação.

Laurent, por sua vez, nega todas as acusações. "As acusações de assédio, discriminação e retaliação feitas por O'Donnel não são verdadeiras. Nada dessa natureza, ou sequer perto disso, jamais aconteceu. Posso dizer com certeza que, se essas acusações fossem verdadeiras, o Comitê Especial teria recomendado minha demissão e eu seria demitido", afirmou o CEO, no mesmo comunicado.

Procurada pelo pessoal do Polygon, O'Donnel e seus representantes não quiseram se pronunciar.

Fonte: Canaltech

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