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Rio terá força-tarefa para resgatar alunos da rede estadual

·2 min de leitura

RIO — As escolas estaduais do Rio retornam nesta segunda-feira o ensino 100% presencial após um ano e meio da suspensão das aulas devido à pandemia da Covid-19. Apesar de estar no fim do ano letivo, o secretário estadual de Educação, Alexandre Valle, considera essencial o retorno para realizar o diagnóstico da rede. A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) estima que, hoje, 80 mil estudantes estão afastados do ensino, seja no modo remoto ou presencial. Em coletiva de impressa na manhã desta segunda-feira, Valle também anunciou uma força-tarefa envolvendo 10,5 mil profissinais para realizar busca ativa dos alunos:

— O governo não mediu esforços em investimenos na educação durante a pandemia. Desde março o sistema está hábrido e os diretores trabalharam na busca dos alunos. Nos próximos dias o governo vai lançar um programa com nove mil mulheres e 1,5 mil assistentes sociais. Será o maior programa de busca ativa já lançado no Rio. O retorno desses alunos é uma grande preocupação. São 60 dias para fazer um diagnóstico dos alunos e assim investir na recuperação e no reforço — afirmou Valle, fazendo um apelo para que toda a comunidade da educação ajude a levar novamente os estudantes à sala de aula.

Com o retorno obrigatório para todos os alunos, sendo facultativo somemente para quem têm comorbidades, Alexandre Valle afirma que não faltará intervenções para melhorar a infraestrutura da rede. Em julho, um relatório da Alerj apontou que 27% das unidades não tinham espaço de convivência ao ar livre:

— Gostaria de agradecer a toda a rede, em especial aos professores que tiveram que se reinventar para chegarmos até aqui. Antes tivemos que colocar ar na escola e depois veio a Covid. Acompanhei esse relatório e nossa equipe foi a cada escola e não faltará investimento para resolver os problemas — completou o secretário.

Alunos longe dos estudos

No último mês, dos cerca de 730 mil matriculados na rede, 80 mil alunos estavam com "infrequência", isto é, sem acompanhar as aulas de forma presencial ou remota. A Seeduc afirma não ser possível, ainda, falar em evasão escolar por conta do calendário ainda estar em curso. Nos quase 60 dias restantes do ano letivo — que deve ser encerrado em 21 de dezembro —, a pasta espera levar de volta ao ambiente escolar o máximo de alunos possíveis.

Na última quarta-feira, quando foi publicado o decreto sobre a volta às aulas nas escolas, o secretário Alexandre Valle destacou que apenas a partir do retorno integral às salas a Seeduc poderá fazer um diagnóstico mais completo sobre a real situação. Assim, pode haver mudanças no calendário, como aulas de recuperação em janeiro. A pasta ainda não definiu se haverá reprovação ou aprovação automática, como no ano passado.

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