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Ricos dos EUA podem optar por ETFs para evitar imposto mais alto

Claire Ballentine e Katie Greifeld
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O forte mercado de fundos de índice, ou ETFs, deve atrair ainda mais recursos nos próximos anos em meio ao aumento do imposto sobre ganhos de capital para americanos ricos.

O plano do presidente dos EUA, Joe Biden, de dobrar a alíquota de indivíduos que ganham mais de US$ 1 milhão por ano com investimentos poderia acelerar uma mudança que levou à migração de centenas de bilhões de dólares de fundos mútuos para ETFs, dizem observadores do mercado. Isso porque os ETFs são geralmente mais eficientes em termos de impostos, gerando menos despesas com ganhos de capital que, para alguns, logo podem ficar muito mais altas.

De fato, segundo um indicador, a eficiência tributária dos ETFs tem sido o fator mais importante por trás da mudança tectônica na alocação de ativos nos últimos anos. Embora o plano do governo ainda esteja no início e ainda tenha que enfrentar intenso escrutínio do Congresso dos EUA nos próximos meses, mesmo um aumento incremental da alíquota de ganhos de capital provavelmente estimularia o uso de ETFs, de acordo com David Perlman, estrategista de ETFs da UBS Global Wealth Management.

“Se as alíquotas do imposto sobre ganhos de capital forem maiores, se você puder escolher uma estrutura que ajude a adiar os ganhos de capital e lhe dê mais controle sobre quando reconhecer esses ganhos, estaria mais inclinado a ir nessa direção”, disse Perlman.

Quando um investidor sai de um fundo mútuo, o administrador do fundo deve vender ativos para levantar dinheiro para o resgate. O mesmo investidor que sai de um ETF pode vender suas ações a outro investidor, o que significa que nem o fundo nem seu gestor realizaram uma transação tributável.

Estudo divulgado em dezembro por pesquisadores das universidades Villanova e Lehigh revelou que, nos últimos cinco anos, os ETFs tiveram, em média, carga tributária 0,92% menor do que fundos mútuos ativos. Além disso, especialmente para investidores de alto patrimônio líquido, questões tributárias têm superado desempenho e comissões como o principal fator dos fluxos de fundos mútuos ativos para ETFs, segundo a pesquisa.

“Não há dúvida de que o plano de Biden de aumentar o imposto sobre ganhos de capital pode ser positivo para os ETFs”, disse por e-mail Nate Geraci, presidente da ETF Store, uma empresa de consultoria. “Apesar dos ganhos significativos de participação de mercado dos ETFs na última década, ainda existem trilhões de dólares presos em fundos mútuos menos eficientes em termos tributários.”

Só no ano passado, o setor de ETFs captou quase US$ 500 bilhões, enquanto fundos mútuos perderam cerca de US$ 362 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg.

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