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Revogar direito ao aborto prejudicaria economia dos EUA, diz secretária do Tesouro

A secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, comparece à audiência da Comissão de Bancos, Habitação e Assuntos Urbanos do Senado, em Washington, em 10 de maio de 2022 (AFP/Tom Williams) (Tom Williams)

Revogar o direito das mulheres americanas de abortar teria altos custos econômicos, reduziria sua renda e levaria mais crianças à pobreza, afirmou a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, nesta terça-feira (10).

"Acho que retirar o direito das mulheres de tomar decisões sobre quando e se elas querem ter filhos teria efeitos muito prejudiciais na economia e seria um retrocesso de décadas para as mulheres", disse Yellen durante uma audiência no Senado em Washington.

O acesso aos cuidados de saúde, incluindo o aborto, "ajudou a aumentar a participação na força de trabalho. Permitiu que muitas mulheres concluíssem os estudos. Isso aumentou seu potencial de ganhos. Permitiu que as mulheres planejassem e equilibrassem suas famílias", argumentou.

Yellen disse que a medida teria efeitos duradouros nas crianças, especialmente as nascidas de mulheres de baixa renda, que seriam mais propensas a "crescer na pobreza e piorar" sua situação.

Dias atrás, um rascunho da decisão final da Suprema Corte dos Estados Unidos foi vazado e divulgado na mídia local. O documento indicava que o tribunal parecia determinado a anular a decisão "Roe vs. Wade" que legalizou o aborto em 1973. Mais tarde, alguns magistrados argumentaram que não se tratava de uma resolução definitiva e que a análise ainda estava em curso.

A Suprema Corte do país está dominada por conservadores indicados e aprovados especialmente durante o governo anterior, do republicano Donald Trump (2017-2021).

O aborto é um dos temas que mais gera divisões e polêmicas nos Estados Unidos na atualidade. Contudo, segundo uma pesquisa divulgada na sexta-feira pelo Pew Research Center, cerca de 61% dos norte-americanos acreditam que o aborto deve continuar sendo legal em todos ou, pelo menos, na maioria dos casos.

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