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Revisão de tarifas pelos EUA considera escassez de commodities e inflação, diz autoridade

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Cecilia Rouse, presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca. 01/12/2020. REUTERS/Leah Millis.

Por Trevor Hunnicutt

WASHINGTON (Reuters) - O governo Joe Biden está avaliando preocupações com a escassez de commodities e inflação ao revisar a política de tarifas comerciais, disse nesta sexta-feira a principal economista da Casa Branca.

A forte demanda por bens de consumo e outros produtos em uma economia norte-americana ainda marcada pela pandemia do coronavírus levou à escassez de commodities, desde madeira a chips de computador.

Questionada se a redução de tarifas ajudará a resolver a menor oferta e a inflação, Cecilia Rouse, presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, disse a repórteres em coletiva de imprensa nesta sexta-feira que "nossos representantes comerciais estão analisando todos esses fatores".

Um porta-voz da representante comercial dos EUA, Katherine Tai, não respondeu a um pedido de comentário.

Como resultado, a forte demanda por commodities e preços mais elevados estão entre os fatores que alimentam o receio acerca da inflação.

Os Estados Unidos são o maior importador mundial de bens, com cerca de 2,5 trilhões de dólares em compras em 2019, e qualquer redução de tarifas para aliviar a escassez e os preços altos poderia ter repercussões generalizadas.

Os EUA cobraram tarifas médias de 19,3% sobre importações da China e 3% sobre as do restante do mundo, de acordo com o Peterson Institute for International Economics.