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Review Redmi 9A | Celular básico até para o que propõe

·16 minuto de leitura

Em junho do ano passado, a Xiaomi apresentou oficialmente o Redmi 9A — modelo de entrada da fabricante, voltado para um público que busca um celular simples, mas que ainda deseja um celular capaz de realizar bem tarefas do dia a dia. Em meio aos concorrentes, o smartphone se destaca em alguns aspectos, mas compromete outros pontos que seriam considerados primordiais para muitos usuários.

Esse review tem como proposta apresentar os principais pontos do Redmi 9A, que já está disponível no mercado há pouco mais de um ano, para entender se ainda vale a pena a sua compra em meio a concorrentes mais recentes, como Galaxy A02s e Moto E20.

Com isso, será que compensa desembolsar cerca de R$ 850 pelo smartphone? Assim como acontece com os rivais, uma única característica pode fazer a diferença na hora de decidir qual modelo comprar, então confira o nosso review completo e tire suas próprias conclusões.

Prós

  • Bateria de 5.000 mAh com bom desempenho

  • Tela grande com bom aproveitamento do painel

Contras

  • Pouca memória e armazenamento

  • Baixa resolução da tela

  • Desempenho fraco

  • Sem leitor de impressões digitais

  • Sem carregamento rápido

Confira o preço atual do Redmi 9A

Design e Construção

(Imagem: Ivo/Canaltech)
(Imagem: Ivo/Canaltech)

O Redmi 9A possui um design bem avantajado com tela grande — ideal para quem busca um smartphone para assistir a filmes ou séries, por exemplo, ou simplesmente para aproveitar aplicações em tela cheia. Ele tem o corpo todo fabricado em plástico, o que não foge do padrão para aparelhos em sua faixa de preço.

Na parte frontal, o display é recortado por um entalhe em forma de gota que dá espaço para a câmera de selfies. O painel possui bordas nem tão espessas, nem tão finas — mais um aspecto comum para a categoria em que ele se encaixa.

Já a traseira conta com um módulo retangular com bordas curvas, que abriga sua única lente para a câmera principal, alinhada verticalmente com o flash LED e a descrição de 13 MP do sensor. Ainda na parte de trás, uma faixa em tom diferente da cor principal do telefone começa do final do conjunto da câmera até a porção inferior do dispositivo, onde fica o logo da Redmi.

O celular conta com duas teclas físicas posicionadas na lateral direita que servem para controlar o volume e ligar e desligar o dispositivo. Na lateral esquerda, é possível encontrar a gaveta de SIM Card, com slot para dois chips de operadoras e para um cartão de memória microSD.

O Redmi 9A possui uma entrada para fones de ouvido no padrão de 3,5 mm na parte superior enquanto o conector para carregamento é micro-USB — que ainda era encontrado em outros celulares de entrada no ano passado —, o microfone e o alto-falante mono ficam posicionados na extremidade inferior do aparelho.

Por conta do seu tamanho, a pegada do celular incomoda um pouco e a construção em plástico contribui muito para que ele deslize na mão — tornando indispensável o uso de uma capa de proteção eficiente para evitar possíveis danos. E por falar em tamanho, ele também é consideravelmente pesado, mas isso é natural, se pensarmos também em sua bateria generosa que exige um componente fisicamente maior. O Redmi 9A pode ser encontrado nas cores preto, azul e verde.

  • Dimensões: 164,9 x 77,07 x 9 mm

  • Peso: 194 gramas

Tela

(Imagem: Ivo/Canaltech)
(Imagem: Ivo/Canaltech)

O Redmi 9A se trata de um smartphone grande com uma tela IPS LCD de 6,53 polegadas e proporção de 20:9 em relação ao corpo — tamanho mais do que o suficiente para oferecer uma boa experiência na hora de aproveitar aplicativos em tela cheia, como serviços de streaming.

O brilho do display, com máximo de 400 nits, não chega a se igualar a um AMOLED, mas oferece uma boa qualidade de imagem e ajuda bastante a enxergar o conteúdo mesmo em ambientes bem iluminados. No entanto, as cores perdem um pouco de intensidade quando estão no nível máximo de brilho.

Já para quem está acostumado com alta resolução, a qualidade HD+ de 1600 × 720 pixels do painel deixa um pouco a desejar e entrega imagens com um pouco de distorção e ruídos, mas nada que atrapalhe na hora de assistir a um filme, por exemplo. O display ainda possui densidade de pixels de 269 ppi, que está na média ou ainda acima de concorrentes diretos.

Um ponto de destaque neste quesito é o Modo Leitura do Redmi 9A, que possui certificação da TÜV Rheinland de baixa emissão de luz azul e ajuda bastante a reduzir o cansaço ao olhar para o display por muito tempo.

Configuração e Desempenho

(Imagem: Ivo/Canaltech)
(Imagem: Ivo/Canaltech)

O desempenho do Redmi 9A fica a cargo da plataforma móvel Helio G25. O chipset da linha mais básica da MediaTek conta com oito núcleos que rodam com frequência máxima de 2,0 GHz. Além disso, ele possui apenas 2 GB de memória RAM para armazenar dados em cache, o que não facilita muito para quem quer um dispositivo multitarefas. Mas o que isso representa, na prática?

O celular é bem simples , portanto, você não vai conseguir executar jogos muito pesados nele. O clássico game de sinuca, 8 Ball Pool, e opções mais simples, como Candy Crush e afins, rodam sem grandes problemas, apesar da lentidão para abrir o aplicativo e executar alguns comandos. Mas nada de Asphalt 9 ou títulos FPS, se você não quiser passar raiva durante a partida.

O modelo até chega com PUBG MOBILE pré-instalado, mas a experiência de jogo com ele é desastrosa desde o momento em que vai abrir o aplicativo. Primeiro porque ele demora para carregar as primeiras informações na tela e, depois, ele ainda leva um bom tempo para realizar o download do pacote. Por fim, quando tudo já está instalado, ainda leva alguns longos minutos para finalmente carregar o jogo. Na minha primeira experiência, ele ficou mais de trinta minutos carregando o game e não teve sucesso.

Somente depois de muitas tentativas consegui executar o jogo em si e não preciso dizer que a experiência foi fraca — o título trava muito e atrapalha bastante a jogabilidade. Chega a ser estranho a Xiaomi pré-disponibilizar este aplicativo em um celular que certamente não fará um bom proveito dele. Um ponto positivo, no entanto, é que ele não chega a esquentar tanto quanto outros modelos.

Experiência com jogos à parte, quem utiliza as principais redes sociais, como Facebook, Instagram e Twitter, por exemplo, consegue obter um resultado levemente satisfatório, mas ainda assim o celular dá alguns engasgos ao deslizar pelo feed para conferir as publicações nos respectivos aplicativos, principalmente da plataforma de Mark Zuckerberg focada em fotos.

Mesmo em mensageiros, como Telegram e WhatsApp, a experiência não agrada, já que você precisa esperar um curto espaço de tempo — que em outros telefones não seria necessário — até que uma conversa seja aberta após clicar em seu ícone.

Como de costume, realizamos os testes de desempenho em uma plataforma de benchmark, a fim de verificar a pontuação do Redmi 9A. Por ser um modelo básico, com 2 GB de memória RAM, só foi possível testar sua performance no teste Sling Shot e Sling Shot Extreme. No primeiro caso, o modelo atingiu a marca de 804 pontos, enquanto no segundo chegou a 467 pontos.

Além das especificações já citadas, o Redmi 9A conta com 32 GB de armazenamento interno — suficiente apenas para instalar as aplicações mais utilizadas, como as principais redes sociais, e guardar alguns poucos arquivos. Portanto, se você for daqueles que gosta de tirar várias fotos e vídeos, recomendamos inserir um cartão de memória ou transferir tudo para o armazenamento em nuvem da conta Mi ou do Google Drive.

O Redmi 9A é um celular simples e mesmo para um uso básico pode não entregar um resultado satisfatório. Ele engasga para navegar pelo feed de redes sociais e demora até mesmo para abrir uma conversa em mensageiros.

Interface, sistema e conectividade

(Imagem: Ivo/Canaltech)
(Imagem: Ivo/Canaltech)

O Redmi 9A atualmente está com o Android 10 instalado sob a interface da MIUI 12. Para quem já está acostumado com o software da chinesa, a navegação é bem simples e já pode contar até com o novo Centro de Controle, que separa os toggles de Wi-Fi, Bluetooth, Redes Móveis e outras configurações da área de notificações.

Porém, quem está pegando um celular da Redmi — ou Xiaomi — pela primeira vez, dá para se perder um pouco na quantidade de opções de configurações e personalizações disponíveis. A interface até oferece uma opção para “esconder” o entalhe em forma de gota no display, caso o usuário ainda não tenha se adaptado à tendência popularizada pela Apple desde o iPhone X.

Fora isso, o primeiro ponto que notei ao recebê-lo e configurá-lo pela primeira vez foi a quantidade enorme de aplicativos pré-instalados. Na lista, é possível encontrar as aplicações do TikTok, Kwai, LinkedIn, Facebook, Amazon, Netflix e YouTube Music, além do game PUBG MOBILE e do antivírus dfndr Security. De qualquer forma, o usuário ainda tem a opção de desinstalar cada um deles manualmente.

É curiosa a quantidade de aplicativos opcionais que já são instalados de fábrica no Redmi 9A — um smartphone com apenas 32 GB de armazenamento interno. Apesar de o usuário ter a opção de desinstalar essas aplicações, é um trabalho chato ter que remover um por um, principalmente para usuários com pouco conhecimento sobre tecnologia.

Em termos de conectividade, não dá para ser muito exigente — ele não conta com NFC para pagamentos por aproximação ou transferência de dados, e o suporte ao Wi-Fi se limita à rede de 2,4 GHz, ou seja, sem possibilidade de atingir altas velocidades de navegação. A rede móvel não conta com suporte ao 5G — tudo isso é perfeitamente comum para um modelo de entrada lançado ainda em 2020.

Um ponto de destaque neste quesito é que, como outros celulares da Xiaomi, ele chega com o aplicativo do ShareMe pré-instalado, útil para fazer transferência de arquivos e dados de forma rápida com outro smartphone, sem depender de uma conexão com a internet. Apenas com um vínculo de Wi-Fi direto entre os dois dispositivos.

Câmeras

(Imagem: Ivo/Canaltech)
(Imagem: Ivo/Canaltech)

O Redmi 9A é bastante modesto no que diz respeito ao seu conjunto de câmeras — o celular possui apenas um sensor traseiro e um frontal, sem combinações na parte de trás para oferecer mais variedade na hora de fotografar. Com a ausência de mais câmeras traseiras, a Xiaomi abre espaço para que o software faça o trabalho de aprimorar a imagem, aplicando fundos desfocados, por exemplo.

Dito isso, o smartphone conta com uma lente de 13 MP, com abertura f/2.2, na parte traseira e um flash LED que completa o módulo. Já na frontal, fica localizado um sensor de 5 MP, também com abertura f/2.2, alojado no notch em forma de gota.

Principal | 13 MP

Em condições de boa iluminação, a câmera principal do Redmi 9 entrega resultados satisfatórios para a sua faixa de preço. Ela possui uma boa saturação e é capaz de entregar cores bem fiéis ao que foi fotografado. Apenas quando se aplica um zoom sobre a imagem já capturada dá para notar um pouco de ruído, mas isso parece natural em uma câmera de 13 MP.

Por outro lado, em cenários com baixa iluminação, a abertura f/2.2 — que permite a entrada de pouca luz na lente — faz com que a foto perca um pouco a qualidade e comece a apresentar alguns ruídos e perda de informações.

A ausência de outros sensores também influencia na hora de capturar retratos ou imagens com fundo desfocado. Em outros celulares Android, uma câmera de profundidade seria ativada para desfocar o fundo, enquanto a principal captura a imagem em sua totalidade. No Redmi 9A, porém, a aplicação desse efeito, chamado de bokeh, fica a cargo do software da câmera.

Neste sentido, o modo comum da câmera falha bastante em inserir o desfoque nos cenários em que o objeto principal não está tão próximo do celular. Nesses casos, tanto o fundo quanto o item capturado possuem basicamente o mesmo aspecto. O mesmo não acontece, contudo, ao aproximar bastante do item em destaque — dessa forma, o bokeh é aplicado com maestria para destacar bem a parte principal da imagem.

Modo retrato e outros recursos

Apesar de ter apenas uma câmera traseira, o Redmi 9A ainda emplaca um Modo Retrato. Com a ausência de uma lente de profundidade, o celular da Xiaomi recorre ao software para tentar entregar algo diferente do que o proposto pelo modo comum da câmera. Com isso, diferente das fotos de objetos, o modo retrato do celular aplica bem um fundo desfocado quando o objetivo é tirar fotos de pessoas.

Além dele, também há um modo “Pro”, que permite controlar o balanço de branco, foco, exposição, ISO e outros aspectos, e recursos para imagem noturna, vídeo em time-lapse e vídeo curto.

Selfies | 5 MP

Para uma lente de 5 MP, a câmera de selfies não chega a pecar no resultado entregue, mas qualquer luz atrás do celular pode fazer o fundo perder bastante a cor e ficar mais claro do que o normal. O mesmo não acontece com o objeto principal, e a câmera consegue capturar uma boa imagem, só sendo possível perceber mais ruídos na fotografia ao aproximar o zoom.

Vídeos

A gravação de vídeos pelo Redmi 9A não chega a decepcionar para um modelo de entrada, mas não irá agradar quem procura um celular com esta finalidade. Ele filma a 1080p ou 720p a 30 fps. No caso de gravações com a câmera frontal, o modelo estoura bastante o fundo, principalmente em ambientes iluminados, que deixam o branco muito claro atrás do usuário.

Já na câmera traseira, a estabilização é bem fraca, e as filmagens ficam bastante tremidas, além de apresentar bastante pixelização, mesmo com a configuração definida para resolução de 1080p — ou Full HD, como também é chamada.

Sistema de som

(Imagem: Ivo/Canaltech)
(Imagem: Ivo/Canaltech)

O Redmi 9A conta apenas com um alto-falante mono — assim como muitos outros celulares da Xiaomi, até mesmo modelos mais caros —, então, não espere muita qualidade de som. Na verdade, o dispositivo até entrega uma boa experiência para tons agudos, mas peca nos graves, que saem um pouco estourados, principalmente se o volume for definido no máximo.

De qualquer forma, não chega a ser algo fora do comum, ainda mais dentro da sua faixa de preço. A saída, para quem quer escutar músicas com qualidade mais avançada, seria conectar uma caixa de som ou um fone de ouvido por Bluetooth ou até mesmo pelo conector P2 do aparelho.

Bateria e carregamento

Este é o principal destaque do celular e, se eu tiver que citar um motivo para compra, certamente seria a autonomia da bateria do Redmi 9A. Em meus testes, o dispositivo se mostrou bastante competente para segurar a carga, tanto na análise padrão quanto em seu uso real.

Como padrão, sempre reproduzimos três horas de filmes ou séries na Netflix com brilho em 50% a fim de verificar a autonomia. Neste cenário, o Redmi 9A consumiu apenas 12% da carga durante as três primeiras horas do filme "O Irlandês". Isso quer dizer que sua autonomia estimada para ver vídeo na Netflix seria de impressionantes 25 horas continuamente.

No uso real, o desempenho também foi excelente. Joguei uma partida de 20 a 30 minutos de PUBG Mobile, rodei o Waze para navegação em um percurso de 30 minutos e usei redes sociais e mensageiros como Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp e Telegram em um intervalo de quase quatro horas. Durante todo esse período, a carga baixou para 72%.

Vale destacar que boa parte desse tempo utilizei a rede móvel 4G e também ouvi músicas pelo Spotify, tanto pelo alto-falante do celular quanto pelo Bluetooth, então considero que o rendimento foi muito proveitoso. O tempo de tela em todo este período foi de pouco mais de 2h30, ou seja, com o mesmo cenário, o smartphone deve durar um dia inteiro longe das tomadas sem grandes problemas.

Por outro lado, um aspecto que deve ser considerado é a velocidade de carregamento do celular. Como ele não possui suporte para carga rápida e sua potência é de, no máximo, 10W, ele leva mais de três horas para ter sua bateria de 5.000 mAh completamente abastecida, isto é, para partir de 0 a 100%.

A bateria talvez seja o único ponto positivo do Redmi 9A e ele certamente aguenta um dia inteiro longe das tomadas. É claro que isso deve mudar de acordo com o uso de cada um, mas o modelo não deve ficar para trás neste quesito se comparado com seus principais rivais.

Concorrentes diretos

Como dito desde o princípio, o Redmi 9A é um modelo básico e, com isso, alguns dos seus concorrentes diretos são aparelhos de entrada também comercializados no Brasil, como o Samsung Galaxy A02s, o Realme C11 2021 e o Moto E20, que possuem chipsets equivalentes e basicamente as mesmas configurações de memória e armazenamento.

Apenas o Galaxy A02s foge um pouco à regra com 1 GB a mais de memória RAM, mas todos possuem 32 GB de armazenamento interno. Os chips são o Unisoc SC9863A no Realme C11, Unisoc T606 no Moto E20 e Snapdragon 450 no Galaxy A02s.

Em relação à câmera, Redmi 9A e Realme C11 contam com apenas uma lente principal, com o modelo da Xiaomi levando a melhor com um sensor de 13 MP contra 8 MP. De qualquer forma, os dois ficam atrás do Galaxy A02s, que possui três lentes traseiras — de 13 MP + 2 MP + 2 MP — ou até mesmo do Moto E20, com um conjunto duplo de 13 MP + 2 MP.

Quanto ao preço, o celular tema desta análise é encontrado nas lojas brasileiras com preço entre R$ 850 e R$ 1.200. O Galaxy A02s custa entre R$ 700 e R$ 900, o Moto E20 entre R$ 900 e R$ 1.200 e o Realme C11 2021 entre R$ 900 e R$ 1.100.

Dos quatro concorrentes, apenas o celular da Motorola oferece uma opção a mais de segurança e possui sensor de impressão digital para desbloqueio da tela ou acesso a aplicativos bancários.

Conclusão

(Imagem: Ivo/Canaltech)
(Imagem: Ivo/Canaltech)

Apesar de a proposta do Redmi 9A ser justamente entregar um conjunto simples por um preço baixo, ele pode deixar a desejar mesmo ao executar tarefas básicas, como conversar em mensageiros, por exemplo.

O desempenho do celular é fraco e, se a intenção for buscar um celular para um uso bem cotidiano, talvez valha a pena dar mais atenção aos concorrentes e pesquisar um pouco mais sobre celulares equivalentes, como o Galaxy A02s, que tem 1 GB a mais de memória RAM e acrescenta duas lentes extras no bloco de câmeras traseiras, com as mesmas configurações de bateria, armazenamento interno e chipset equivalente — o Snapdragon 450.

O Redmi 9A pode ser encontrado na faixa entre R$ 800 e R$ 1.200 e, por esse preço, você leva um celular que entrega uma boa performance de bateria, mas que peca bastante no desempenho básico. Além disso, a ausência de mais lentes na câmera frontal pode ser um fator negativo para quem tira bastante fotos.

Tenha em mente, também, que na mesma faixa de preço — ou até mesmo mais barato — é possível encontrar alternativas com especificações parecidas que apresentam mais lentes para o conjunto traseiro e mais memória RAM para armazenamento em cache.

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Fonte: Canaltech

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