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Revelada em favela carioca, modelo vai investir em carreira internacional na Alemanha

·2 minuto de leitura

Nascida na capital paulista e moradora de Vaz Lobo, Zona Norte do Rio de Janeiro, desde os 19 anos, Ana Patrocínio tem motivos de sobra para celebrar. Atualmente, ela é uma das modelos mais requisitadas para editoriais e campanhas, além de desfiles.

"Me mudei para o Rio para cursar produção cultural, em 2015. Buscava independência financeira, até que entrei, quase que por acaso, no mundo da moda. Amigos me incentivavam e algumas propostas surgiam, mas eu tinha outro foco naquele momento", recora, Ana, hoje com 25 anos.

Os rumos começaram a mudar quando ela participou do projeto Coolhunterfavela, de Realengo, que eu visibilidade a ela para assinar seu primeiro contrato, na ocasião com uma agência da comunidade do Jacarezinho, favela carioca, que buscava por novos talentos.

Recentemente, Ana tornou-se aposta da Mix Models, de Pedro Bellver e Wellington Vieira, e já estrelou trabalhos para marcas como Nacionais e Internacionais de grande prestígio.

Como forma de retribuir o que a comunidade deu a ela, Ana produz ações de acesso à cultura, ao esporte e às necessidades básicas para pessoas em vulnerabilidade social, o que inclui rodas de capoeira, bibliotecas itinerantes, contação de histórias para crianças, realização de bate-papos informativos, além de distribuição de agasalhos, materiais de higiene e cestas básicas, entre outras atividades.

O trabalho coletivo que integra, chamado Instituto Aluandê / Roda Big Field Angola, atua desde 2017 em comunidades carentes da Zona Oeste do Rio.

“Para mim, é muito importante retribuir e semear a cultura afro em suas diversas áreas. A cultura salva vidas”, afirma ela, que tem agente nos EUA e na Alemanha, para onde pretende ir após o controle da pandemia.

Antes das passarelas e sessões de fotografia, Ana Patrocínio chegou a desfilar sua beleza como estagiária na área cultural da Fiocruz e como recepcionista num consultório médico.

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