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Reunião virtual ressalta incertezas de próximos passos do Fed

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Além de impedir o encontro presencial do alto escalão do banco central dos EUA em Jackson Hole esta semana, o aumento de casos de Covid-19 no país agora limita o que o presidente da instituição poderá falar sobre os próximos passos da política monetária.

Jerome Powell tem discurso marcado nesta sexta-feira e a expectativa é que o comandante do Federal Reserve reforce a mensagem de que provavelmente será apropriado começar a reduzir o programa de compra de títulos do Fed de US$ 120 bilhões mensais até o final do ano.

No entanto, a mudança súbita nos planos para a conferência anual — em 20 de agosto, os organizadores decidiram que o encontro não aconteceria nas montanhas de Wyoming e sim virtualmente — ressalta as incertezas que as autoridades enfrentam no debate sobre quando começar a diminuir as medidas de estímulo anunciadas no início da pandemia em 2020.

“Não é bom apressar a retirada de estímulos ou se apressar para subir os juros enquanto a variante delta ainda é uma ameaça e há sinais potenciais de desaceleração em alguns indicadores”, disse Brett Ryan, economista sênior para os EUA da Deutsche Bank Securities em Nova York.

Redução de estímulos em 2021

Publicada em 18 de agosto, a ata da última reunião de política monetária, realizada no final de julho, revelou que a maioria dos integrantes do Fed considerava adequado começar a reduzir o programa de compra de títulos antes do final do ano. As opiniões deles sobre quando os juros deveriam subir se fragmentaram.

Incerteza e dissonância formam o pano de fundo do discurso de Powell na conferência deste ano, que tem como tema “A Política Macroeconômica em uma Economia Desnivelada”. Ele provavelmente tentará enfatizar que, mesmo se a redução gradual começar nos próximos meses, isso não colocará automaticamente o Fed em rota direta para acréscimos nos juros em 2022.

“Powell tem um comitê com muitas visões diferentes e ele deve reunir as pessoas em torno de um processo pelo qual retêm flexibilidade para reagir em qualquer direção, caso alguma de suas previsões dê errado”, disse Ryan.

Algumas semanas atrás, perto da reunião do comitê de política monetária (FOMC) em 27 e 28 de julho, a economia dos EUA parecia decolar. O relatório mensal de empregos do Departamento de Trabalho, publicado uma semana depois, em 6 de agosto, confirmava essa visão, mostrando dois meses consecutivos de abertura de cerca de 940.000 vagas em junho e julho — ritmo que reduziria rapidamente a diferença remanescente de aproximadamente 6 milhões de empregos em relação ao observado antes da pandemia. Agora, há grandes dúvidas sobre a recuperação do mercado de trabalho, que é fundamental nos planos do Fed.

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©2021 Bloomberg L.P.

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