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Reunião do G20 marca busca por nova ordem mundial pós-crise

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Nesta semana, os ministros das Finanças do G20 buscam unir forças para redefinir a ordem econômica mundial na era iniciada após Donald Trump e a pandemia de coronavírus.

Como as tensões comerciais não causam problemas para as economias do Grupo dos 20 com a mesma dimensão vista durante o mandato do ex-presidente dos Estados Unidos, a primeira reunião presencial dos ministros das Finanças desde a chegada da Covid-19 no ano passado tentará chegar a um consenso sobre questões pendentes que vão desde a mudança climática à tributação de empresas.

Juntamente com essas questões, a reunião de 9 a 10 de julho deve avaliar a recuperação global incompleta, obscurecida pela ameaça persistente de novas variantes do coronavírus. Isso pode chamar a atenção para a necessidade de medidas fiscais contínuas para apoiar o crescimento, em meio às crescentes preocupações com a inflação e com os preços do petróleo, que permanecem elevados após o colapso das negociações da Opep+ nesta semana.

“As economias globais estão trabalhando juntas novamente”, disse Rosamaria Bitetti, economista da Universidade Luiss, em Roma. “Esta é uma grande oportunidade para o G20 pensar sobre como esta pandemia mostrou que, em nosso mundo interconectado, os problemas são globais e precisam ser tratados juntos, deixando o nacionalismo para trás.”

A Itália, com a presidência rotativa do grupo, será a anfitriã da cúpula em Veneza. O simbolismo de realizar a reunião em um antigo centro de comércio entre os continentes não passará despercebido pelos participantes. Eles também podem olhar para o teatro de ópera da cidade marcado por incêndios - La Fenice ou Fênix - como inspiração para o renascimento após uma crise global sem precedentes.

O risco é que as cicatrizes da discórdia que assombraram as reuniões internacionais durante os anos Trump possam persistir, incluindo ecos de sua frequentemente alardeada suspeita da China.

Para Bruno Le Maire, ministro das Finanças francês, a responsabilidade agora recai sobre o grupo para construir o consenso alcançado durante os estágios iniciais da pandemia.

“O G20 deve mostrar em Veneza que ainda pode cumprir suas responsabilidades e ser capaz de fornecer respostas concretas, novas e radicais aos desafios que se avizinham, em uma continuação do que tem conseguido fazer desde fevereiro de 2020”, disse a repórteres na terça-feira.

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©2021 Bloomberg L.P.

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