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Reunião da CBF termina sem definição sobre Caboclo

·1 minuto de leitura

A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da CBF, que definiria a situação de Rogério Caboclo na entidade, terminou sem um desfecho sobre o futuro dele na confederação e se mantém aberta. Isso porque a Comissão de Ética não enviou aos membros da AGE a sua decisão final sobre o processo contra o presidente afastado, que responde por assédio sexual e moral contra uma funcionária da confederação.

Além deste assunto, outros pontos estavam em pauta, como a aprovação da venda de um avião comprado por Caboclo e a posse de Antônio Carlos Nunes, o Coronel Nunes, como presidente inteiro, cargo que ele já vem ocupando. Essa aprovação não precisaria ser formalizada.

Os advogados de Caboclo, inclusive, tem até segunda-feira da próxima semana para defendê-lo diante da AGE. Antes da Assembleia de ontem, três advogados de Rogério Caboclo foram impedidos de acompanhar a reunião. A justificativa dada a eles é de que a entrada não estava autorizada.

Fazem parte da Assembleia Geral os presidentes das 27 federações estaduais de futebol. De acordo com uma reportagem do “ge”, Coronel Nunes aprovou um aumento de R$ 20 mil para R$ 50 mil mensais a cada um desses dirigentes, além de reajustar o repasse as federações de R$ 85 mil a R$ 100 mil por mês sob a justificativa de “fomento ao futebol nos estados". Os oito vice-presidentes também ouviram a promessa de terem seus vencimentos, hoje de R$ 20 mil, atualizados.

ACBF também mantém o pagamento dos salários de Rogério Caboclo. No entanto, a Conmebol suspendeu os repasses de US$ 20 mil por ele ser membro do Conselho da entidade.

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