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Retomado no Canadá processo de extradição de executiva da Huawei

·2 minuto de leitura
A diretora financeira do Huawei, Meng Wanzhou, sai de sua prisão domicilar para se dirigir à Suprema Corte, em Vancouver
A diretora financeira do Huawei, Meng Wanzhou, sai de sua prisão domicilar para se dirigir à Suprema Corte, em Vancouver

O processo de extradição aos Estados Unidos de uma executiva da gigante chinesa de telecomunicações Huawei foi retomado nesta segunda-feira (26) em um tribunal de Vancouver, onde seus advogados poderão fazer com que a polícia e os oficiais da alfândega que participaram da sua prisão no final de 2018 testemunhem pela primeira vez. 

Usando uma máscara, a diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, chegou por volta das 9h30 (13h30 de Brasília) ao Supremo Tribunal da Columbia Britânica para uma nova semana de audiências.

Meng Wanzhou foi presa quando fazia uma escala em Vancouver em 1º de dezembro de 2018, intimada pelas autoridades americanas por supostamente contornar as sanções contra o Irã.

Meng é acusada de fraude por ter mentido ao banco HSBC sobre a relação entre a Huawei e a Skycom, uma filial que vendia equipamentos de telecomunicações para o Irã, durante uma apresentação em 2013, expondo o banco às sanções americanas. 

A defesa de Meng tentará mais uma vez convencer o juiz de que os direitos de sua cliente foram violados quando ela foi interrogada por três horas por agentes alfandegários canadenses sem saber do que foi acusada antes mesmo de ser presa oficialmente. 

Seus advogados também denunciam que os aparelhos eletrônicos apreendidos - principalmente seu celular e laptop - foram enviados ao FBI, nos Estados Unidos, algo que, segundo eles, constitui uma violação à Carta Canadense de Direitos e Liberdades. 

Os advogados de Meng afirmam que as autoridades de ambos os países americanos "conspiraram para atrasar a prisão de Meng e tentaram obter informações que ajudaram as autoridades americanas a processá-la por fraude". 

Para respaldar seus argumentos, a defesa deve apresentar como testemunhas os agentes da Agência Canadense de Serviços de Fronteiras (ASFC) e da Gendarmeria Real Canadense (GRC) que prenderam Meng no aeroporto de Vancouver.

Outros especialistas poderão ser chamados a comparecer no final de novembro, cujo depoimentos poderão ser usados durante uma audiência marcada para fevereiro, na qual se discutirá as alegações de abuso de processo. 

Os advogados da cidadã chinesa defenderam anteriormente alegações nesse sentido para solicitar o acesso aos documentos secretos que, segundo eles, demonstram a existência de uma conspiração entre o FBI e as autoridades canadenses. 

Se esse argumento for comprovado, o processo de extradição pode vir a ser anulado. 

str-amc-ast/dax/rs/ll/bn/mvv