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Restaurantes têm nomes alterados no iFood por mensagens de extrema-direita e apoio a Bolsonaro

·2 min de leitura
São Paulo, Brazil - March 8, 2020. The Ifood employee delivers food to customers in the city on a motorcycle.
De acordo com o iFood, as alterações foram feitas por um colaborador, que tinha acesso ao sistema (Foto: Getty Images)
  • Nomes de estabelecimentos no aplicativo iFood foram trocados por frases ligadas ao presidente Jair Bolsonaro e à extrema-direita

  • Aplicativo afirmou que alterações foram feitas por um prestador de serviço, que tinha acesso à plataforma

  • iFood negou que tenha ocorrido um vazamento de dados dos usuários

O aplicativo de entrega de comida iFood sofreu alterações nos nomes dos restaurantes na noite da última terça-feira (2). No lugar dos nomes dos estabelecimentos, apareciam frases ligadas à extrema-direita e ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Entre as frases que apareciam, estavam “Lula Ladrão”, “Bolsonaro 2022”, posicionamentos anti-vacina e até mesmo ofensas à ex-vereadora Marielle Franco, assassinada em 2022. O aplicativo foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após o ocorrido.

A empresa informou que os cadastros dos estabelecimentos foram alterados, situação que ocorreu com cerca de 6% dos restaurantes cadastrados na plataforma.

Segundo o iFood, a origem do ataque foi interna, isto é, de uma pessoa que tinha acesso à plataforma. “O incidente foi causado por meio da conta de um funcionário de uma empresa prestadora de serviço de atendimento que tinha permissão para ajustar informações cadastrais dos restaurantes na plataforma, e que o fez de forma indevida”, explicou a empresa.

“O acesso da prestadora de serviço foi imediatamente interrompido, e os nomes dos restaurantes já estão sendo restabelecidos. É importante destacar que os meios de pagamento dos clientes estão seguros.”

Nas redes sociais, usuários relataram tentativas de uso dos cartões de crédito cadastrados no aplicativo, mas o iFood negou que tenha havido um vazamento de dados.

“Os dados de meios de pagamento não são armazenados nos bancos de dados do iFood, ficando gravados apenas nos dispositivos dos próprios usuários, não tendo havido comprometimento de dados de cartões de crédito. Também não há qualquer indício de vazamento da base de dados pessoais de clientes ou entregadores cadastrados na plataforma”, afirmou o iFood.

Nas redes sociais, usuários levantaram a hipótese de que o ataque esteja ligado à decisão da empresa de deixar de patrocinar o podcast Flow

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