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Restaurantes elevam pressão no governo por corte de jornada e salário

JOANA CUNHA
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da Abrasel, associação de bares e restaurantes, Paulo Solmucci, enviou um comunicado aos associados da entidade nesta quarta (14) reportando o resultado de uma reunião que teve nesta semana com o presidente Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes. Aos donos de bares e restaurantes que estão ansiosos pelo corte de jornada e salário, Solmucci disse que o encontro deixou claro que, para a liberação do programa, é preciso aprovar o PLN 2 do Orçamento, projeto de lei do Congresso, mas o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco lhe telefonou garantindo que a Casa deve votar até a próxima terça (20). "O ministro Paulo Guedes disse que, assim que aprovasse isso, ele solta a medida provisória em um ou dois dias. Me disse isso textualmente ontem na frente do presidente. E agora, acabei de receber a ligação do senador Rodrigo Pacheco garantindo que até terça-feira, no máximo, está votado e aprovado", afirma Solmucci. A expectativa do presidente da Abrasel é que o salário de abril já possa ser incluído na medida. O encontro, convocado pelo senador Jorginho Mello (PSL), não entrou na agenda oficial de Guedes, porque, segundo Solmucci, o ministro foi chamado de última hora pelo presidente. O projeto de lei precisa ser votado pela Câmara e pelo Senado no mesmo dia. “Eu não conversei com o Lira [presidente da Câmara], mas o Pacheco me disse que eles já acordaram isso. Me disse que há consenso nas duas Casas da importância de votar isso imediatamente”, afirma Solmucci. Segundo Solmucci, na folha de pagamentos que venceu na semana passada, 91% das empresas ficaram sem condições de pagar salários.