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Resposta imune à COVID-19 é proporcional à gravidade da doença, sugere estudo

·2 minuto de leitura

Pessoas que tiveram casos graves ou de longa duração de COVID-19 são mais propensas a ter altos níveis do anticorpo necessário para lutar contra infecções futuras, de acordo com um estudo da Rutgers que acompanhou 548 profissionais da saúde e 283 pacientes desde o início da pandemia para entender melhor os fatores de risco, as respostas dos anticorpos e os sintomas da infecção.

Os pesquisadores perceberam que, em seis meses, mais de 93 do total de 831 participantes testaram positivo para SARS-CoV-2, o vírus que causa COVID-19, ou para anticorpos. Dos 93, 24 eram gravemente sintomáticos e 14 eram assintomáticos. Os profissionais de saúde eram muito mais propensos a se infectar e desenvolver sintomas graves, com enfermeiras apresentando taxas de infecção particularmente altas. Um terço dos participantes infectados apresentou sintomas como fadiga, falta de ar e perda do paladar e do olfato, que duraram pelo menos um mês.

Assim, segundo a pesquisa, a maioria das pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2 desenvolve anticorpos contra o vírus, mas as respostas imunológicas variam consideravelmente, com uma minoria de pessoas infectadas não produzindo anticorpos detectáveis. O estudo mostrou que a maioria dos participantes manteve anticorpos até seis meses após a infecção, mas a produção de anticorpos variou com base na gravidade dos sintomas: 96% dos participantes que tinham sintomas graves tinham anticorpos, em comparação com 89% dos participantes com sintomas leves a moderados e 79% que eram assintomáticos.

(Imagem: HwangMangjoo/Rawpixel)
(Imagem: HwangMangjoo/Rawpixel)

"Notavelmente, ter sintomas persistentes também foi associado a níveis mais altos de anticorpos ao longo do tempo. Sabemos por outras pesquisas que a vacinação aumenta ainda mais a proteção imunológica e às vezes até ajuda a aliviar os sintomas de longo prazo", apontam os pesquisadores. "É normal que os níveis de anticorpos diminuam com o tempo. No entanto, tais anticorpos fornecem proteção de longo prazo para ajudar o corpo a combater a reinfecção", reiteram.

A análise completa pode ser encontrada na revista The Journal of Infectious Diseases, da Universidade de Oxford.

Fonte: Canaltech

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