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Responsável por esquema internacional de pirâmide de Bitcoin é preso em Goiás

·2 min de leitura

O fundador e CEO da plataforma financeira Mirror Trading International (MTI), Johann Steynberg, foi preso no Brasil em 29 de dezembro em Goiânia, capital de Goiás. Steynberg era procurado internacionalmente pela Interpol desde o final de 2020 por um esquema de pirâmide de Bitcoin (BTC) realizado pela sua empresa.

Após ser identificado com documentos falsos a partir de informações recebidas pela Interpol, Steynberg foi preso pela polícia militar de Goiás, e então foi apresentado à Superintendência da PF para o cumprimento do mandado de prisão internacional e autuação pelo crime de uso de documento falso. Em sua posse, foram apreendidos cartões de crédito, notebooks e identidades falsas.

Depois da prisão em 29 de dezembro, a polícia realizou uma busca na residência de Steynberg, onde apreendeu outros dois documentos falsos (acredita-se que ele estava usando 3 identidades fraudulentas no seu dia a dia), dois notebooks, um celular e seis cartões de crédito.

Além de ser preso por seu papel no esquema de pirâmide, Steynberg também deverá pagar uma multa por conta de sua utilização de documentos falsos.

O esquema de pirâmide com Bitcoin do MIT

<em>Johann Steynberg. (Imagem: Reprodução/Techbondhu)</em>
Johann Steynberg. (Imagem: Reprodução/Techbondhu)

A plataforma Mirror Trading International, fundada por Steynberg, oferecia como principal serviço uma promessa de juntar o dinheiro de seus clientes para realizar investimentos no mercado Forex (voltado a ativos descentralizados) e, na volta, dividir os ganhos entre os envolvidos, prometendo lucros de até 10% mensalmente.

Porém, pouco tempo após o começo das atividades, a plataforma começou a não permitir que seus clientes pudessem realizar saques dos valores que eles tinham direitos e, com as vítimas começando a se comunicar com a Justiça para informar sobre o possível golpe, Steynberg sumiu do mapa no final de 2020.

De acordo com estimativas preliminares, mais de 29 mil BTC (cerca de R$ 6,5 bilhões) foram roubados por meio da pirâmide do MIT.

Steynberg é apresentado no processo como CEO da Mirror Trading International, mas autoridades sul-africanas acreditam que o esquema de pirâmide tenha sido criado pelo casal Cheri e Clynton Marks, que estão respondendo ao processo de recuperação do dinheiro dos clientes na Justiça na África do Sul.

Fonte: Canaltech

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