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Responsável pela venda do WhatsApp ao Facebook se arrepende do negócio

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Oito anos após ajudar na venda do WhatsApp para o Facebook por cerca de US$ 22 bilhões (R$ 112,8 bilhões, na conversão atual), em 2014, o indiano Neeraj Arora, ex-diretor comercial do aplicativo, diz que se arrepende de sua participação no negócio. O executivo chamou a versão atual do app de "monstro de Frankenstein devorando dados de usuários".

"Hoje, o WhatsApp é a segunda maior plataforma do Facebook (ainda maior que o Instagram ou o FB Messenger). Mas é uma sombra do produto em que colocamos nossos corações e queríamos construir para o mundo", disse Arora em uma série de postagens em sua conta no Twitter em 4 de maio.

O WhatsApp foi fundado pelo ucraniano-americano Jan Koum e pelo americano Brian Acton em 2009. Em seus primeiros anos, era um aplicativo para a comunicação internacional das pessoas e pedia o pagamento de um dólar para baixá-lo. "Para pessoas (como eu) com parentes em vários países, o WhatsApp foi uma forma de se manter conectado, sem pagar SMS de longa distância ou taxas de ligações", disse Arora.

Indiano lamenta que WhatsApp se tornou "monstro de Frankenstein devorando dados de usuários" nas mãos do Facebook (Imagem: Canaltech/Felipe Freitas)
Indiano lamenta que WhatsApp se tornou "monstro de Frankenstein devorando dados de usuários" nas mãos do Facebook (Imagem: Canaltech/Felipe Freitas)

Quando a negociação para a aquisição teve início, o Facebook concordou com certas condições, como não usar informações pessoais para mineração de dados, não publicar anúncios ou implementar rastreamento entre plataformas.
Arora afirma que o Facebook abordou o WhatsApp com "uma oferta que parecia uma parceria", baseada em "suporte completo de criptografia de ponta a ponta, sem anúncios, total independência nas decisões de produtos e uma vaga no conselho para Jan Koum".

No entanto, "em 2017 e 2018, as coisas começaram a parecer muito diferentes", disse o indiano. Na época, havia rumores de atritos entre Mark Zuckerberg e os criadores do WhatsApp sobre a direção da plataforma, o que levou à renúncia deles ao cargo. Além disso, surgiu o escândalo Facebook/Cambridge Analytica, quando dados de mais de 50 milhões de pessoas foram usados sem o consentimento delas pela empresa americana Cambridge Analytica para fazer propaganda política. Até Brian Acton tuitou "Chegou a hora. #deletefacebook", em março de 2018.

Fonte: Canaltech

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