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Responsáveis relatam problemas na volta às aulas na rede municipal de Niterói

·2 minuto de leitura

NITERÓI — Iniciado há duas semanas, de forma gradual, o modelo de ensino híbrido implantado nas escolas da rede municipal vem sendo questionado por alguns responsáveis de alunos. Entre as críticas, destaque para o conteúdo remoto e ruídos na comunicação com as famílias. Até agora, apenas 15 escolas foram reabertas para aulas presenciais.

Mãe de uma aluna da escola Escola Municipal Professora Maria de Lourdes Barbosa Santos, em Itaipu, Flávia Taborda questiona o fato de as aulas remotas, iniciadas de forma síncrona (aulas dadas em tempo real por meio de uma plataforma de videoconferência e com interação entre aluno e professor), passarem a ser gravadas.

— Na reunião, como nos mostramos decepcionados com o modelo oferecido, a direção informou que tinham que seguir o modelo enviado pela Secretaria de Educação. Quando eu questiono a secretaria, eles alegam que os professores não podem dar aulas síncronas porque estarão na escola realizando atividades com os alunos que optaram pelo presencial. Me dói saber que esses profissionais considerem suficiente essa solução para as crianças adquirirem conhecimento — diz Flávia.

Órgãos explicam método

Uma mãe, que prefere não se identificar, com filha em outra unidade disse que não foi avisada sobre o início das aulas remotas. “Só soube 15 dias depois, quando fui buscar o material. Não ligaram, nem mandaram e-mail ou mensagem”.

A Secretaria municipal de Educação (SME) e a Fundação Municipal de Educação (FME) garantem que a implementação do sistema híbrido está ocorrendo de acordo com protocolos rígidos de segurança e que está sendo realizado um revezamento semanal entre os alunos do ensino fundamental, enquanto as crianças da educação infantil podem comparecer diariamente à escola, divididas nos turnos da manhã ou da tarde.

“As aulas presenciais têm duração de três horas diárias nesse processo de readaptação. O ensino híbrido combina atividades presenciais e remotas, através de metodologias e ferramentas para a realização das atividades educativas, uso da tecnologia e da inclusão digital. O retorno presencial não é obrigatório para os alunos, pois o ensino remoto continua sendo ofertado. Nas turmas que já adotaram o ensino híbrido, o mesmo professor é responsável pela aula presencial e também em atender os alunos de forma on-line, trabalhando o mesmo conteúdo em ambos os cenários”, diz a nota.

A SME afirma que, esta semana, os bolsistas contratados no Programa de Aprendizagem Intensiva vão começar a atuar na plataforma Niterói em Rede, apoiando os professores do ensino fundamental. Os estagiários serão responsáveis por acompanhar os alunos na plataforma de maneira sincronizada, utilizando o conteúdo produzido pelo professor para auxiliar nas atividades e tirar dúvidas.

“O professor seguirá disponibilizando videoaulas gravadas e exercícios com o caderno pedagógico Caminhos da Aprendizagem e esclarecendo dúvidas. Já a educação infantil continuará trabalhando a manutenção de vínculos”, explica a nota.

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