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Respiração e oxigênio no sangue podem prever mortalidade de COVID-19, diz estudo

·1 minuto de leitura

A frequência respiratória e a saturação de oxigênio no sangue podem prever maior mortalidade por COVID-19. Pelo menos, é isso o que diz um novo estudo da Escola de Medicina da Universidade de Washington, baseado nos dados de 1.095 pacientes hospitalizados com a doença.

Por enquanto, a orientação nos EUA é que as pessoas procurem hospital quando tiverem dificuldade para respirar ou dor no peito. No entanto, o estudo aponta que qualquer um que receba um teste de triagem COVID-19 positivo pode monitorar facilmente esses dois indicadores em casa e procurar ajuda de acordo com a nivelação desses sinais, sem necessariamente sentir o agravamento dos sintomas.

(Imagem: Geralt/Pixabay)
(Imagem: Geralt/Pixabay)

Isso porque a dificuldade para respirar e a dor no peito, que podem estar ausentes mesmo quando a respiração e o oxigênio no sangue atingem níveis perigosos, segundo os autores do estudo. Ao longo da análise, embora os pacientes frequentemente apresentassem hipoxemia (baixa saturação de oxigênio no sangue; 91% ou menos) ou taquipneia (respiração rápida e superficial; 23 respirações por minuto), poucos relataram sentir falta de ar ou tosse, independentemente do oxigênio no sangue.

A principal medida do estudo foi a mortalidade hospitalar por todas as causas. No geral, 197 pacientes morreram no hospital. Comparados aos internados com oxigênio sanguíneo normal, os pacientes hipoxêmicos apresentavam risco de mortalidade 1,8 a 4,0 vezes maior, dependendo dos níveis de oxigênio sanguíneo do paciente. Em comparação com pacientes admitidos com frequência respiratória normal, aqueles com taquipneia apresentaram risco de mortalidade 1,9 a 3,2 vezes maior.

Em contrapartida, outros sinais clínicos na admissão, incluindo temperatura, frequência cardíaca e pressão arterial, não foram associados a mortalidade.

Fonte: Canaltech

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