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Reservas da Bolívia caíram para níveis ‘preocupantes’, diz Fitch

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- As reservas cambiais da Bolívia caíram para níveis “muito preocupantes”, tornando o país mais vulnerável a choques externos, segundo a Fitch Ratings.

“Diante de um novo choque, as reservas não oferecem necessariamente a proteção de que a Bolívia precisa para sua economia e seu regime cambial”, disse Todd Martínez, analista da Fitch Ratings, em entrevista por vídeo. “Teria que buscar financiamento externo ou impor controles de capital.”

As reservas internacionais da Bolívia mostram tendência de queda desde que os preços do gás caíram em 2015, reduzindo a receita de exportação do país. No ano passado, as três principais agências de classificação de risco rebaixaram ainda mais a nota da dívida da Bolívia, já em território de grau especulativo, em meio à pior recessão econômica já registrada durante a pandemia.

As reservas estrangeiras do país caíram para o menor nível em 14 anos em março, embora tenham se recuperado ligeiramente. Ainda não está claro se a estabilização nas últimas semanas é temporária ou um ponto de inflexão, disse Martínez. A Bolívia tinha reservas de US$ 4,7 bilhões em 25 de junho, mais da metade em ouro, em relação a US$ 6,3 bilhões um ano antes.

Empréstimo do FMI

Em resposta a perguntas por escrito, o banco central da Bolívia disse que o nível atual de reservas é suficiente para cobrir sete meses de importações, que ultrapassam o “limite internacional” de três meses. Também é cinco vezes maior do que as obrigações de dívida de curto prazo do país. A recente melhora na balança comercial e aumento das remessas têm fortalecido as reservas da Bolívia, disse o banco.

Um projeto de lei enviado ao Congresso no mês passado, que autoriza o banco a comprar ouro de produção nacional, também aumentará as reservas, acrescentou o banco.

Parte da queda foi causada pelo reembolso antecipado de um empréstimo do FMI no início deste ano.

A Fitch prevê expansão de 5% este ano, o que não será suficiente para compensar a retração de 7,7% em 2020. O crescimento deste ano é principalmente uma recuperação do colapso e não qualquer coisa atribuível ao governo do presidente Luis Arce, que assumiu o cargo em novembro passado, disse Martínez.

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©2021 Bloomberg L.P.

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