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Republicanos se voltam à transição de Biden, conforme opções legais de Trump diminuem

Por Linda So e Raphael Satter
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Por Linda So e Raphael Satter

WASHINGTON (Reuters) - Importantes representantes do Partido Republicano afirmaram neste domingo que a transição para a Presidência de Joe Biden parece inevitável, enquanto o presidente Donald Trump questionou se a Suprema Corte virá sequer a analisar as alegações de fraude eleitoral que sua equipe eleitoral tem perseguido.

Em paralelo às declarações de Trump em uma entrevista por telefone com a emissora Fox News, o senador republicano Roy Blunt, presidente do comitê de posse do Congresso, afirmou que espera que o democrata Biden seja empossado como presidente em 20 de janeiro.

“Estamos trabalhando com a administração Biden, o provável governo tanto na transição quanto na cerimônia de posse, como se fôssemos seguir adiante”, afirmou Blunt, do Missouri, ao programa “Estado da União”, da CNN, embora não tenha realmente reconhecido que Trump perdeu a eleição de 3 de novembro.

O governador Asa Hutchinson, do Arkansas, é um dos poucos republicanos que se referem a Biden como presidente eleito.

“A transição é o importante. As palavras do presidente Trump não são tão significativas”, disse Hutchinson, ao “Fox News Sunday”, acrescentando que ele entendia a razão legal para Trump não estar admitindo a derrota.

Trump usou sua entrevista no “Sunday Morning Futures”, da Fox News Channel, para repetir as alegações que ele tem feito, sem evidências, de uma ampla fraude eleitoral, acusações que foram rejeitadas por vários juízes.

Mas ele expressou dúvidas se a Suprema Corte chegará a analisar a apelação de qualquer um dos casos que ele afirma que sua equipe está correndo atrás.

“Temos que nos mexer muito rapidamente”, disse Trump, em relação às ações legais, e se recusando a dar uma data específica em que ele consideraria não ter mais alternativas.

Ele disse que continuará lutando pelos resultados da eleição, dizendo que “não mudará de ideia em seis meses”.

No mais próximo que ele chegou de reconhecer a derrota, Trump afirmou, semana passada, que se Biden for certificado como vencedor quando o Colégio Eleitoral se reunir para apurar os resultados, em 14 de dezembro, ele deixará a Casa Branca.

Biden venceu a eleição presidencial com 306 votos no Colégio Eleitoral --muito mais do que os 270 necessários para garantir a vitória-- contra 232 de Trump. Biden também tem mais de 6 milhões de votos de vantagem para Trump na eleição popular.

Trump tem recusado reconhecer a derrota, enquanto sua equipe de campanha e equipe legal perdem dúzias de processos ao não conseguirem convencer juízes de irregularidades eleitorais em Estados como Michigan, Georgia, Arizona e Nevada, todos cruciais à vitória de Biden.

(Reportagem de Linda So e Raphael Satter)