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Representante de restaurantes pede que Doria tome medidas adotadas por governadores petistas

JOANA CUNHA
·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "O anúncio de redução do ICMS de leite e carne feito pelo governador de São Paulo, João Doria, nesta quarta (17), é só um recuo e não resolve o problema dos restaurantes". A afirmação é do presidente da ANR (associação do setor), Cristiano Melles, que vem pedindo medidas ao governo do tucano para injetar recursos diretamente nos estabelecimentos. "Ele aumentou o ICMS antes e agora está fazendo coletiva para anunciar que está baixando, como se fosse um presente para o setor. Sendo São Paulo o estado mais rico, ele deveria começar um processo de auxílio, como fizeram o Piauí e o Ceará. Tem que apoiar os funcionários do setor, quem está na base", afirma Melles. O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), anunciou neste mês uma série de medidas para os bares e restaurantes, como isenção de conta de água e IPVA, além do pagamento de um auxílio emergencial de duas parcelas de R$ 500 aos funcionários que perderam o emprego. O governo do Piauí, de Wellington Dias (PT), também anunciou seu projeto de auxílio de duas parcelas de R$ 500 para os trabalhadores de bares, restaurantes e eventos, além de renegociação de tributos. Segundo pesquisa da ANR, mais de 80% dos restaurantes não terão caixa para honrar o próximo salário de garçons e cozinheiros. A secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patricia Ellen, afirma que o estado também ofereceu medidas de ajuda ao setor. "Nós ouvimos os pleitos do setor e atendemos. O que eles pediram foi, prioritariamente, o crédito da Desenvolve-SP. E nós adicionamos o auxílio ao pequeno empresário por meio do Banco do Povo, atendendo pleitos de outros setores, principalmente o de beleza, cabeleireiros, academias, esses que pediram microcrédito a juro zero, a juro baixíssimo e sem certidão negativa de débito", diz Ellen. Sobre o recurso para os trabalhadores, a secretária afirma que o programa paulista para os desempregados é o bolsa-trabalho, que pretende pagar de R$ 450 até um salário e deve passar pela Assembleia Legislativa na semana que vem. "Estamos rodando o bolsa-trabalho hoje, mas com auxílio de R$ 330. Queremos passar a lei para aumentar o valor", afirma ela.