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Rentabilidade do Bradesco melhorou, mas ainda está abaixo do ideal, diz presidente

·2 minuto de leitura

Para Octávio de Lazari, as receitas de serviços seguem pressionadas pelo cenário econômico O presidente do Bradesco, Octávio de Lazari, afirmou que a rentabilidade do banco melhorou, no entanto, continua abaixo do que a instituição financeira considera ideal. O executivo falou durante coletiva de imprensa a jornalistas na manhã de hoje. Ana Paula Paiva/Valor Lazari disse que a margem financeira tem sido positiva, explicada pelo forte desempenho da margem com mercado e da margem com clientes. Neste último caso, houve crescimento de volume de negócios, apesar da nova regra do cheque especial. Embora o executivo perceba as despesas operacionais com desempenho positivo, ainda enxerga as receitas de serviços pressionadas pelo cenário econômico. Nesta linha, a mais afetada do balanço, segundo Lazari, a renda com cartões e a receita de administração de fundos têm sido fortemente impactadas pela crise. Em investimentos, o executivo afirmou que o banco teve expansão importante da base de clientes da Ágora. A corretora tem mais de R$ 50 bilhões de ativos custodiados, crescimento de 7,7%. Nas captações, o executivo disse que há um “flight to quality”, com investidores buscando mais qualidade nos investimentos, o que levou o banco a atrair depósitos. O Bradesco percebe desaceleração da originação de crédito no segundo trimestre, que já era esperada. Em pessoas físicas, a queda foi de 2%. “Ano a ano, esperamos retomada conforme a reabertura gradual da economia.” Previsões, mas sem "guidance" Embora não tenha dado nenhum “guidance” em relação ao ano, Lazari afirmou que é possível dizer que o banco entregará neste ano um misto de crescimento da carteira com redução de custos, mas receitas ainda pressionadas pela crise. “Sentimos que ainda não é a hora de voltarmos a dar “guidance”. Apesar da melhora no cenário, ainda há incertezas”, afirmou o executivo. No caso da carteira de crédito, o banco espera que deva crescer acima do mercado. Já a margem deve crescer em linha com a carteira de crédito. Do lado das receitas, a expectativa é de que elas continuem pressionadas, mas melhores no segundo semestre do que no primeiro. Do lado dos custos, a expectativa é de redução em termos nominais em 2020. “Nos próximos anos, também teremos quedas com programas de redução de custos.” Em relação às provisões para devedores duvidosos, Lazari afirmou que o Bradesco vai continuar com postura conservadora. No entanto, as despesas com PDD serão provavelmente menores no segundo semestre de 2020 e em 2021 do que na primeira metade deste ano, a depender do desenrolar da pandemia. Na atividade de seguros, o Bradesco espera um desempenho ainda pressionado pelo resultado financeiro, decorrente da aplicação de reservas técnicas, apesar de uma queda da sinistralidade.

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