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Renova reduz prejuízo no 1º trimestre em 71%, para R$ 53,1 milhões

Ivan Ryngelblum

Empresa, que está em recuperação judicial, atribuiu desempenho à redução de custos gerenciáveis, de provisão das despesas administrativas e das despesas financeiras A Renova Energia, em recuperação judicial, registrou no primeiro trimestre de 2020 um prejuízo de R$ 53,1 milhões, uma redução de 71% ante o resultado negativo de R$ 182,3 milhões apurado no mesmo período de 2019.

A companhia atribuiu o desempenho à redução dos custos gerenciáveis, redução de provisão das despesas administrativas e redução nas despesas financeiras.

Os custos gerenciáveis recuaram 95,6%, para R$ 1,9 milhão, em função da compra de energia para revenda, custo não recorrente apurado no primeiro trimestre de 2019 devido à suspensão dos contratos Light I e Cemig I, além da cessão de outros contratos para Cemig e Light.

Nas despesas administrativas, a empresa apurou uma redução de 99,7% da provisão para perda a valor recuperável de crédito de PIS e Confins.

A despesa financeira líquida nos primeiros três meses do ano recuou 28,1%, para R$ 77,6 milhões, com a queda de 28% das despesas financeiras.

A receita líquida caiu 80%, para R$ 12,3 milhões, com a suspensão dos contratos Light I e Cemig I, além da cessão de outros contratos para Cemig e Light em março de 2019.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou positivo em R$ 37,5 milhões, revertendo o resultado negativo de R$ 59,8 milhões do ano anterior. Segundo a Renova, em 2019, o Ebitda foi impactado principalmente pelas perdas nas operações realizadas no âmbito dos contratos de compra e venda de energia elétrica da controlada direta Renova Comercializadora.

Parque eólico da Renova Energia

Reprodução / Facebook / Renova Energia