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Renault vende operação na Rússia por menos de 1 real

Mais de 400 multinacionais já abandonaram a Rússia desde o início da guerra
Mais de 400 multinacionais já abandonaram a Rússia desde o início da guerra
  • Montadora pode voltar ao país caso guerra se encerre nos próximos anos;

  • Com saída, fábrica vai voltar a produzir a icónica marca soviética Moskvich;

  • Prefeito de Moscou prometeu que vai preservar os milhares de empregos.

Insatisfeita com os impactos da guerra na Ucrânia, a montadora francesa Renault anunciou que vai vender a sua participação no fabricante automóvel russo Avtovaz, que produz carros da marca Lada, a um instituto de ciência russo por apenas rublo (valor que, na conversão, equivale a cerca de R$ 0,077).

"Tomamos uma decisão difícil, mas necessária. Estamos a tomar uma decisão responsável em relação aos nossos 45 mil funcionários na Rússia”, disse o diretor-executivo do fabricante francês, Luca de Meo.

O prefeito de Moscou, Serguei Sobyanin, prometeu que vai preservar os milhares de empregos e a fábrica vai voltar a produzir a icónica marca soviética Moskvich. Com a Renault, a Avtovaz é responsável pelo emprego de mais de 45 mil pessoas na Rússia.

Os 67,69% que a empresa francesa detinha na Avtovaz, e que foram agora vendidos ao Instituto Central Russo de Pesquisa e Desenvolvimento de Automóveis e Motores, estavam avaliados em R$ 11 milhões (cerca de 143 milhões de rublos).

Apesar da saída, a Renault deixa a porta aberta para o país do leste europeu, com a opção de seis anos para voltar a comprar a sua participação na empresa. Para Luca de Meo, o fim da guerra na Ucrânia é a principal condição para que isso aconteça, de acordo com a agência Reuters

Debandada da Rússia

Com o ínicio da guerra em fevereiro deste ano, mais de 400 multinacionais já abandonaram a Rússia. O caso mais recente foi o gigante da fast food McDonald's, que anunciou que vai vender o negócio na Rússia, onde operava há mais de 30 anos.

O prefeito da capital russa, Serguei Sobianin, estimou que 200 mil habitantes da cidade podem perder o emprego com a saída de empresas estrangeiras do país. Com as diversas sanções e saídas de empresas, a expectativa é que a economia russa retroceda ao nível dos anos 1990.

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