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Renan adia apresentação de relatório da CPI da Covid

·2 minuto de leitura
Renan Calheiros durante reunião da CPI da Covid no Senado

Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) - O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), decidiu adiar a apresentação do seu relatório, prevista inicialmente para sexta-feira, para que seja possível incluir informações dos dados da busca e apreensão realizada na semana passada em endereços da empresa Precisa Medicamentos.

A assessoria do senador disse nesta segunda-feira que ainda não há uma nova data para apresentação do relatório, mas o mais provável é que aconteça na primeira semana de outubro.

O adiamento foi acordado em uma reunião entre o grupo de senadores independentes da comissão, no domingo. O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), e o vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), já defendiam o adiamento, mas Renan acreditava ainda ser possível apresentá-lo na sexta-feira.

No entanto, a chegada de novas informações sobre a Precisa deve levar à necessidade de novos depoimentos, tanto de pessoas da empresa como do ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, que deve ser ouvido na terça-feira, o que convenceu o relator a adiar a apresentação.

O relatório de Renan está praticamente pronto, mas devem ser incluídas novas informações sobre os casos da Precisa, que tentou vender a vacina indiana contra Covid-19 Covaxin para o governo federal em negociações consideradas suspeitas, e sobre o plano de Saúde Prevent Senior.

Denúncias de funcionários apontam que a empresa fez testes de usos de medicamentos sem comprovação científica, como a cloroquina e a ivermectina, em pacientes idosos de Covid-19 e escondeu mortes nos resultados. O suposto estudo da Prevent Senior foi propagandeado pelo presidente Jair Bolsonaro, seus filhos e seus apoiadores como uma prova de que o "tratamento precoce" funcionava.

Na terça-feira, a CPI deve ouvir o diretor-executivo da Prevent Senior, Pedro Batista.

Nesta segunda, os senadores do chamado grupo independente e de oposição se reúnem com mais um grupo de juristas para analisar possibilidades de indiciamento e tipos penais que devem ser sugeridos no relatório da CPI.

Em seu relatório, Renan irá incluir o pedido de indiciamento de Bolsonaro por prevaricação, por não ter pedido investigação ao receber a informação do deputado Luis Miranda (DEM-DF) de negociações irregulares na compra da Covaxin.

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