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Renúncia agiliza nomeação de indicado de Bolsonaro na Petrobras

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***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 24.05.2022 - O presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cerimônia de sanção do projeto de lei Henry Borel, no Palácio do Planalto, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 24.05.2022 - O presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cerimônia de sanção do projeto de lei Henry Borel, no Palácio do Planalto, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A renúncia de José Mauro Coelho abre espaço para agilizar a nomeação de Caio Paes de Andrade à presidência da Petrobras, avaliam conselheiros da companhia. Com o cargo vago, bastaria o aval do conselho de administração para a troca planejada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo conselheiros ouvidos pela reportagem, a nomeação do novo presidente pode ser feita pelo colegiado e depois ratificada em assembleia de acionistas. O governo espera realizar a troca ainda esta semana, mas a reunião ainda não foi marcada.

Nesta segunda-feira (20), após a confirmação da renúncia de Coelho, o conselho de administração da Petrobras nomeou o diretor de exploração e produção da companhia, Fernando Borges, como presidente interino.

Coelho foi demitido no fim de maio, mas resistia a entregar o cargo antes da realização de assembleia de acionistas para avaliar a lista de nomeados pelo governo ao conselho de administração da companhia, que inclui Paes de Andrade.

A assembleia ainda não tem data marcada. Depende da análise, por comitê interno, dos currículos dos indicados e deve respeitar um prazo mínimo de 30 dias entre sua convocação e sua realização. Por isso, a resistência de Coelho era alvo de ataques do governo e de aliados.

Em artigo publicado na Folha neste domingo (19), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), chamou Coelho de "presidente ilegítimo, que não representa o acionista majoritário e pratica o terrorismo corporativo como vingança pessoal contra o presidente da República".

Governo e aliados no Congresso ameaçam a instalação de uma CPI para investigar a direção da companhia. "Chegou a hora de tirar a máscara da Petrobras", escreveu Lira.

Acionistas privados da Petrobras temem que a pressão de partidos do centrão esconda o desejo de retomar influência na diretoria da estatal. O PP do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, por exemplo, foi apontado como fiador do ex-diretor Paulo Roberto Costa, primeiro delator da Operação Lava Jato.

Por outro lado, representantes dos minoritários passaram a defender mais agilidade na troca de comando, para reduzir a crise que derrubou o valor das ações da companhia ao menor valor do ano na última sexta (17).

A reunião para referendar o nome de Paes de Andrade deve ser marcada assim que forem concluídos trâmites internos, como a avaliação do nome pelo comitê de pessoas. Bolsonaro já anunciou que o novo presidente trocará toda a diretoria da empresa.

A renovação do conselho, porém, depende da realização da assembleia de acionistas. Para reduzir resistências de investidores privados a interferências na gestão, o governo propôs uma lista formada majoritariamente por ocupantes de cargos públicos.

Entre eles, o número dois de Nogueira na Casa Civil, Jonathas Assunção. É a primeira vez desde o governo Dilma que um ocupante do Palácio do Planalto é indicado para ocupar o conselho de administração da Petrobras.

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