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Remédios terão reajuste de 11% a partir de hoje

·1 min de leitura
Reajuste dos remédios não é automático nem imediato
Reajuste dos remédios não é automático nem imediato

(Getty Images)

  • Preço dos remédios terá reajuste de 10,89% a partir de hoje;

  • Reajuste foi divulgado pelo Sindicato dos Produtos da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma);

  • Ainda assim, consumidores não devem sentir alta nos preços logo de cara.

Os medicamentos terão um reajuste de 10,89% a partir desta quinta-feira, 31 de março. O índice foi autorizado pelo governo Bolsonaro para recomposição anual de preços e divulgado na noite da terça-feira (29) pelo Sindicato dos Produtos da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma).

"O reajuste não é automático nem imediato, pois a grande concorrência entre as empresas do setor regula os preços: medicamentos com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica (doença) são oferecidos no país por vários fabricantes e em milhares de pontos de venda", disse o sindicato em nota.

O percentual foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão responsável pela regulação do mercado de remédios. O aumento deve atingir cerca de 13 mil medicamentos no mercado varejista.

Ainda assim, o consumidor não deve ser impactado logo de cara. Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma, apontou ao Estadão que "dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preços podem demorar meses ou nem acontecer".

Algumas dicas que o consumidor pode seguir são:

  • Procurar o remédio em diferentes unidades da mesma rede

  • Aproveitar os descontos oferecidos por planos de saúde ou programas de fidelidade das farmácias

  • Pesquisar preços de medicamentos em mais de uma farmácia;

  • Dar preferência a remédios genéricos;

  • Observar quais medicamentos estão cadastrados no programa Farmácia Popular,

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