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Remédios da inteligência: será que os nootrópicos realmente funcionam?

·2 min de leitura

O que acha de um remédio que te deixe mais inteligente, focado, com a capacidade intelectual e cognitiva nas alturas? Pois essa é justamente a ideia por trás dos nootrópicos, também conhecidos como smart drugs (drogas da inteligência), que incluem desde vitaminas e minerais, produtos químicos naturais obtidos de plantas a medicamentos prescritos. Mas será que eles funcionam?

Como já é de esperar, ajustar a química do cérebro não é tão fácil quanto tomar uma pílula. Embora medicamentos psicotrópicos possam ser importantes para melhorar a saúde mental, apresentam muitas desvantagens. E quando pessoas saudáveis ​​começam a experimentar drogas que alteram o cérebro, como os nootrópicos, as coisas podem dar errado.

Segundo um estudo publicado na revista Brain Science, os nootrópicos mais comuns incluem metilfenidato e estimulantes à base de sal de anfetamina, normalmente prescritos a pessoas com déficits cognitivos, como TDAH, e alguns distúrbios psiquiátricos, como esquizofrenia. Também existe uma classe de medicamentos para distúrbios do sono com estimulantes muito eficazes. Outras classes de medicamentos prescritos que às vezes são considerados nootrópicos incluem aqueles normalmente prescritos para pacientes com Alzheimer e Parkinson.

O estudo aponta que, como essas drogas aumentam os níveis de dopamina e noradrenalina, melhoram também a cognição. No entanto, se usar muito a fim de melhorar a cognição, os níveis desses neurotransmissores aumentam no cérebro, potencialmente causando declínio cognitivo, uma vez que o cérebro se acostuma com os níveis mais elevados desses transmissores e tem problemas para se ajustar quando eles desaparecem repentinamente.

Nootrópicos funcionam mesmo?

(Imagem: Idimair/Envato)
(Imagem: Idimair/Envato)

Segundo uma revisão publicada na Frontiers in Bioscience-Landmark, os nootrópicos realmente melhoram a atenção e a sonolência, além de aumentar a confiança. No entanto, alguns estudos sugerem efeito placebo, ou seja, que se dá apenas na crença do paciente de que está funcionando.

Outra análise publicada em na revista científica Psychological Bulletin sugere que estimulantes aumentam a capacidade de aprender e reter informações mesmo uma semana após o uso, aprimorando o aprendizado. Por outro lado, os suplementos e estimulantes cerebrais de venda livre têm evidências de sua eficácia e segurança muito limitadas, ou seja: não há evidências científicas suficientes para prescrevê-los.

Fonte: Canaltech

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