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Relíquias roubadas, como caixões egípcios, estão sendo vendidas no Facebook

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Sarcófago do Egito Antigo. (Foto: KHALED DESOUKI/AFP via Getty Images)
Sarcófago do Egito Antigo. (Foto: KHALED DESOUKI/AFP via Getty Images)

O Facebook, maior rede social digital do mundo, se tornou uma plataforma eficiente para ladrões de relíquias históricas fazerem suas mercadorias circular entre potenciais compradores.

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As informações são de reportagem da Slate, que se baseia em relatórios fornecidos por um projeto dedicado ao combate do tráfico de antiguidades, chamado ATHAR.

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Segundo essas pesquisas, os círculos de vendas desses itens online, no Facebook, operam de forma relativamente aberta, e acossá-los é simples, pois eles se estruturam no sistema de grupos que a plataforma oferece.

Entre os itens que podem ser comprados estão estátuas de bronze, sarcófagos do Egito antigo, entre outros. A expansão de grupos terroristas como o Estado Islâmico, conhecidos por pilhar sítios arqueológicos, impulsionou o mercado ilegal de tráfico de antiguidades nos últimos anos, segundo o grupo de pesquisa.

O Facebook chegou a ser citado em um relatório produzido pela ONU, e atualizou seus termos de uso para contemplar a proibição a esse tipo de comércio, mas segundo os levantamentos mais recentes, não foi suficiente, e o mercado ilegal segue ocorrendo bem debaixo do nariz dos administradores da rede social.

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