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Relatório da Apple confirma aumento de fornecedores chineses em 2020

·2 minuto de leitura

A crescente disputa comercial praticada entre Estados Unidos e China não abalou os negócios da Apple com empresas do gigante asiático durante 2020. Apesar de o então presidente Donald Trump ter tentado incentivar o uso de materiais e mão de obra americanas e países parceiros, a Maçã ampliou a lista de companhias chinesas entre os 200 principais fornecedores.

Curiosamente, a empresa de Cupertino reduziu a quantidade de terceiros em suas linhas de produção durante o ano fiscal de 2020, mas adicionou 12 fornecedores da China Continental entre os 200 maiores parceiros. Segundo a companhia, a lista representa 98% dos “gastos diretos com materiais, manufatura e montagem” dos produtos da empresa durante o ano passado.

Nada menos que 98 empresas têm origem chinesa, ou 49% do total. São 42 da China Continental, 46 de Taiwan — seis a menos que no ano fiscal de 2019 — e outras 10 de Hong Kong. Os Estados Unidos tiveram a adição da Universal Semiconductor, porém a Viavi Solutions, fornecedora VCSEL, e a Cypress Semiconductor foram removidas. O Japão também perdeu duas representantes, mas foi beneficiado pela separação da Toshiba em duas companhias, Kioxia e NGK Special Ceramics.

Domínio chinês deve ser ampliado

Para o ano fiscal de 2021, há a expectativa de a lista aumentar ainda mais a quantidade de fornecedores baseados na China. Ao menos cinco empresas com sede na parte continental do país asiático devem aparecer, por conta dos efeitos da pandemia de COVID-19. A Apple prefere apostar em fornecedores que já conseguiram retomar a produção em ritmo anterior a 2020 para não ter problemas com escassez de peças.

Ao menos é como justifica o analista-chefe da Witdisplay, Luffy Lin, que ainda explicou que a Apple deve dividir o sistema de fornecedores entre empresas com base na China Continental e o restante por conta da competição tecnológica entre os EUA e o país asiático.

“Por esta perspectiva, a Apple também vai ampliar o número de fornecedores da China Continental e reduzir riscos políticos”, avaliou, em entrevista ao site Global Times.

Fonte: Canaltech

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