Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.380,49
    -948,51 (-0,80%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.683,55
    -126,65 (-0,28%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,25
    -0,02 (-0,04%)
     
  • OURO

    1.855,60
    -0,60 (-0,03%)
     
  • BTC-USD

    32.647,50
    +169,52 (+0,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    667,08
    +57,09 (+9,36%)
     
  • S&P500

    3.841,47
    -11,60 (-0,30%)
     
  • DOW JONES

    30.996,98
    -179,02 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.695,07
    -20,35 (-0,30%)
     
  • HANG SENG

    29.447,85
    0,00 (0,00%)
     
  • NIKKEI

    28.759,29
    +127,84 (+0,45%)
     
  • NASDAQ

    13.440,00
    +78,50 (+0,59%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6547
    +0,0027 (+0,04%)
     

Reino Unido registra recorde de 1.564 mortes por covid-19 em 24 horas

·2 minuto de leitura
Uma captura de vídeo de um vídeo transmitido pela Unidade de Gravação Parlamentar (PRU) do Parlamento do Reino Unido mostra o primeiro-ministro britânico Boris Johnson participando de uma audiência do Comitê de Ligação Parlamentar na Câmara dos Comuns em Londres em 13 de janeiro de 2021.

O Reino Unido registrou 1.564 novos óbitos por coronavírus nesta quarta-feira (13), o maior registro diário no país desde o início da pandemia, segundo dados do Ministério da Saúde.

O país mais afetado na Europa pela pandemia somou, assim, 84.767 pessoas falecidas nos 28 dias posteriores a terem testado positivo para a covid-19, de acordo com o método oficial usado para a contagem.

No entanto, um total de 89.243 pessoas tiveram o coronavírus registrado em seu atestado de óbito, também segundo dados oficiais.

Diante de uma onda irrefreável de infecções desde a descoberta em dezembro de uma nova cepa do vírus aparentemente muito mais transmissível, todo o Reino Unido foi confinado pela terceira vez, embora em datas diferentes dependendo das regiões.

As restrições "estão começando a mostrar alguns sinais de efeito", disse o primeiro-ministro, Boris Johnson, no Parlamento.

Depois de registrar 60.000 novos casos positivos diários durante duas semanas, o número de casos caiu para 47.525 nessa quarta-feira. 

O governo de Johnson, muito criticado por suas políticas controversas, se concentra agora em sua estratégia de confinamento e em uma forte aceleração da campanha de vacinação, lembrando que o Reino Unido foi o primeiro país ocidental a iniciar a imunização, em 8 de dezembro.

Desde então, 2,5 milhões de pessoas já foram vacinadas com os fármacos desenvolvidos pela Pfizer/BioNTech e AstraZeneca/Oxford e o Executivo tem o objetivo de chegar a cerca de 15 milhões, incluindo todos os maiores de 70 anos e profissionais da saúde, em meados de fevereiro.

"Estaremos operando 24 horas do dia, sete dias da semana, o quanto antes possível", prometeu o primeiro-ministro aos deputados, destacando que "neste momento estamos limitados pelo fornecimento" das vacinas. 

Johnson não confirmou como e nem onde será realizado a vacinação 24h e nem quem será o seu objetivo.

As autoridades das quatro nações do Reino Unido - Inglaterra, Escócia, Gales e Irlanda do Norte - têm realizado uma campanha maciça de vacinação na esperança de afrouxar o terceiro confinamento total do país.

Na Escócia, porém, a primeira-ministra, Nicola Sturgeon, anunciou na quarta-feira o endurecimento das medidas restritivas com a proibição de retirar compras feitas on-line em lojas físicas, de retirada comida para viagem em restaurantes e de consumir bebidas alcoólicas em locais públicos.

acc/eg/gf/mvv