Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.348,80
    -3.131,73 (-2,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.892,28
    -178,63 (-0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,04
    -1,53 (-2,86%)
     
  • OURO

    1.827,70
    -23,70 (-1,28%)
     
  • BTC-USD

    37.389,41
    +1.283,56 (+3,55%)
     
  • CMC Crypto 200

    701,93
    -33,21 (-4,52%)
     
  • S&P500

    3.768,25
    -27,29 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    30.814,26
    -177,26 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.735,71
    -66,25 (-0,97%)
     
  • HANG SENG

    28.573,86
    +77,00 (+0,27%)
     
  • NIKKEI

    28.519,18
    -179,08 (-0,62%)
     
  • NASDAQ

    12.759,00
    -142,00 (-1,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3926
    +0,0791 (+1,25%)
     

Reino Unido quer acelerar a redução de emissões de gases de efeito estufa

·1 minuto de leitura
Boris Johnson em Downing Street, em 8 de setembre de 2020 em Londres

O Reino Unido quer aumentar seu compromisso com a redução das emissões de gases de efeito estufa, com objetivo de eliminar 68% até 2030, anunciou o governo britânico nesta quinta-feira (3).

A meta anterior era de 53%, sempre comparada aos níveis dos anos 1990. O Reino Unido estabeleceu sua meta final de neutralidade de carbono para 2050.

O anúncio surge antes da cúpula para o clima organizada com as Nações Unidas para o próximo 12 de dezembro, por ocasião do quinto aniversário do Acordo de Paris.

O novo prazo estabelecido pelo Reino Unido, para 2030, "é o mais curto de qualquer grande potência econômica", afirmou o primeiro-ministro Boris Johnson em um comunicado, no qual convidou os demais líderes mundiais a apresentarem seus próprios metas ambiciosas para essa questão durante a próxima cúpula.

O Reino Unido também é o anfitrião da COP26, a maior conferência climática da ONU, que ocorrerá em Glasgow, em 2021.

O governo conservador de Boris Johnson revelou recentemente seus planos para uma "revolução industrial verde", que envolverá a criação de até 250.000 empregos até o final da década.

Este novo anúncio britânico "encoraja fortemente as outras grandes economias a fazerem o mesmo", reagiu Sonam P. Wangdi, que preside o grupo de países menos desenvolvidos da Convenção do Clima das Nações Unidas.

"Dada a urgência da crise climática (...) a ambição poderia ser ainda maior", acrescentou John Sauven, CEO do Greenpeace no Reino Unido, que ainda assim saudou o anúncio britânico.

spe/gmo/jz/mb/bn