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Reino Unido pode ter um milhão de empregos destruídos em 2020 pela pandemia, afirma estudo

·2 minutos de leitura
Loja da agência de viagens Tui fechada em Halifax, em 31 de julho de 2020, no Reino Unido
Loja da agência de viagens Tui fechada em Halifax, em 31 de julho de 2020, no Reino Unido

A pandemia de coronavírus pode levar à supressão de um milhão de empregos no Reino Unido este ano, com fortes cortes previstos para este trimestre, alertou nesta segunda-feira (14) um estudo de um centro de pesquisa britânico.

Entre julho e setembro, 450.000 empregos poderão ser pedidos no país, muito mais do que no pior trimestre após a crise financeira de 2008 (300.000), segundo o Institute for Employment Studies (IES), que adverte que 200.000 outros postos poderão desaparecer no quarto trimestre.

O estudo destaca que este cálculo corresponde ao seu cenário central e que, no pior cenário, a perda de empregos poderia chegar a 690.000 no terceiro trimestre.

Somados às 240.000 demissões já registradas nos primeiros seis meses do ano, segundo dados oficiais, esse número totalizaria em 2020 mais de um milhão. 

"As demissões deste outono quase certamente superarão tudo o que vimos em pelo menos uma geração", afirmou o IES. "Lamentavelmente, muitas destas reestruturações parecem agora inevitáveis e refletem tanto as mudanças estruturais (...) quanto o dano que a crise deixou nas empresas mais afetadas", acrescentou o centro de pesquisa.

Não passa uma semana sem que alguma grande empresa britânica anuncie cortes de empregos, especialmente no transporte aéreo, comércio de varejo e restaurantes, os setores mais afetados pela crise.

Nesta segunda-feira, o London City Airport, localizado no leste de Londres e usado principalmente por homens e mulheres de negócios, anunciou uma redução de 35% de sua força de trabalho (239 empregos).

No entanto, o IES acredita ser "possível evitar que este nível de demissões conduza a um desemprego em massa". 

O instituto pediu ao governo de Boris Johnson que reduza o custo da mão de obra para as empresas e que mantenha os auxílios para determinados setores. 

Por sua parte, a associação Trussell Trust, que dirige uma rede de bancos de alimentos em todo o Reino Unido, alertou sobre o impacto que o aumento do desemprego terá na pobreza. Segundo o órgãos, 670.000 pessoas podem ter caído na pobreza até o final do ano, o que significa que não podem se alimentar ou residir adequadamente.

jbo-acc/pc/aa