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Reino Unido pedirá adesão ao acordo de livre comércio transpacífico

·2 minuto de leitura
A secretária de Comércio Internacional da Grã-Bretanha, Liz Truss, disse que ingressar na CPTPP ofereceria "oportunidades enormes"

O Reino Unido vai solicitar a adesão ao acordo de livre comércio transpacífico - Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP) - informou no sábado o ministério britânico do Comércio Internacional.

A ministra do Comércio Internacional, Liz Truss, vai pedir oficialmente na segunda-feira a adesão do Reino Unido a este acordo de livre comércio, que reúne onze países da zona do Pacífico, incluindo Austrália, Canadá, Chile, Japão, México e Vietnã.

As negociações entre Londres e os parceiros do CPTPP devem começar este ano, disse o ministério.

Um ano após a saída de Londres da União Europeia, "estamos formando novas parcerias que irão trazer enormes benefícios econômicos ao povo do Reino Unido", reagiu o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

"Candidatar-se para ser o primeiro novo país a aderir ao CPTPP prova a nossa ambição de fazer negócios nas melhores condições com os nossos amigos e parceiros em todo o mundo e de ser um campeão fervoroso do livre comércio global", afirmou.

A adesão ao tratado proporcionará "grandes oportunidades", assegurou Liz Truss.

"Isso significará tarifas alfandegárias mais baixas para montadoras do setor automobilístico e produtores de uísque e um melhor acesso para nossos excelentes prestadores de serviços, criando empregos de qualidade e maior prosperidade para as pessoas daqui", comentou.

Ao contrário da União Europeia, ingressar neste grupo de países de "rápido crescimento" seria "incondicional", ressaltou Truss à rede Sky News: "não teríamos controles em nossas fronteiras, e não teríamos de contribuir financeiramente".

O CPTPP foi lançado em 2019 para remover as barreiras comerciais entre seus onze países, que representam cerca de 500 milhões de consumidores na região Ásia-Pacífico.

Seu objetivo também é combater a crescente influência econômica da China.

Esta parceria é a nova versão do Pato de Livre Comércio Transpacífico (TPP) que foi abandonado pelo agora ex-presidente americano Donald Trump.

A decisão vem um ano depois que o Reino Unido deixou oficialmente a União Europeia, após um relacionamento turbulento de 47 anos.

Londres teve um período de transição até 31 de dezembro de 2020, durante o qual os britânicos continuaram a aplicar as regras da UE antes de deixar o mercado único e a união aduaneira europeia.

No final de dezembro, um acordo de livre comércio foi alcançado, após árduas negociações, entre Londres e Bruxelas para regulamentar suas relações após a ruptura histórica.

Mais cedo, em outubro passado, Londres assinou seu primeiro grande acordo comercial bilateral pós-Brexit com o Japão.

E, em dezembro, firmou mais uma de livre comércio, desta vez com Singapura, importante plataforma financeira e membro da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) e da CPTPP.

csp-mpa/jhd/mr